jul 16

Palestra na FIESP – Compartilhamento de Redes de Telecomunicações

Workshop – FIESP – Infraestrutura Urbana de Telecomunicações: Novas Tecnologias

No próximo dia 18 de julho de 2018, o Presidente da ADINATEL Engenheiro Marcius Vitale irá apresentar no Workshop a palestra Compartilhamento de Redes de Telecomunicações Urbana.

O ordenamento dos fios nos postes necessitam de reorganização, novos investimentos e ações conjuntas por parte das distribuidoras de energia, operadoras de telecom e pequenos provedores. O Workshop tratará sobre soluções tecnológicas e padronização de procedimentos para a execução de projetos, obras e fiscalização. Também serão abordadas as necessidades de realização de planejamento integrado e compartilhamento da infraestrutura das redes aéreas e subterrâneas.

Participe!

Programação*

Dia 18 de julho de 2018

das 09h00 às 12h30

Moderador: Marco Ginciene, Diretor de Telecomunicações do Departamento de Infraestrutura da FIESP

Palestrantes:
  Marcius Vitale, Consultor e Coordenador do Grupo de Infraestrutura do SEESP, Presidente da Adinatel e CEO da Vitale Consultoria
  Vitor Levy Castex Aly, Secretário da Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB) de São Paulo
  Carlos Augusto Kirchner, Diretor do Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo (SEESP/FNE)
  Sidney Simonaggio, Vice-Presidente de Relações Externas da Eletropaulo
  Helmann Strobel Penze, Analista de Redes da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP)

jun 16

Divulgação FIESP – Workshop Infraestrutura – Palestra do Engenheiro Marcius Vitale

Portal Fiesp > Notícias > Workshop debate infraestrutura de telecomunicações na Fiesp

 

WORKSHOP DEBATE INFRAESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÕES NA FIESP

 

13/06/2018 12:38 – Atualizado em 13/06/2018  12:39

Evento reuniu especialistas do setor na manhã desta quarta-feira (13/06)

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp 

Foi realizado, na manhã desta quarta-feira (13/06), na sede da Fiesp, em São Paulo, o Workshop “Telecomunicações – “Infraestrutura Urbana de Telecomunicações: Legislação”. Organizado pelo Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da federação, o evento reuniu especialistas para debater os principais problemas do setor no país.

O workshop foi aberto pelo diretor de Telecomunicações do Deinfra, Helcio Binelli, que repassou os principais pontos da discussão, destacando que “soluções técnicas existem”, mas são acompanhadas do desperdício de recursos. “Precisamos ver o que está mudando e o que ainda vai mudar”, afirmou.

Engenheiro e CEO da Vitale Consultoria, Marcius Vitale destacou que as “autoestradas das comunicações estão cheias de buracos”. “Identificamos 90 pontos impactantes em jogo no setor”, disse. “Hoje os padrões não são seguidos”.

Para Vitale, não existe um planejamento integrado e o subsolo urbano está “congestionado”. “O ideal seria usar as galerias compartilhadas, mesmo sendo mais caro”, explicou. “Como fazemos hoje, estamos condenando a ocupação futura do subsolo”.

Outro ponto destacado pelo engenheiro foi a Inexistência de treinamento da mão de obra no setor de telecomunicações. “Com a terceirização e até a quarteirização, vemos cenas de profissionais trabalhando no meio da rua sem sinalização, expostos a todos os tipos de riscos”, disse.

O presidente da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp), João Moura, foi outro convidado do evento.

De acordo com ele, as redes aéreas estão desordenadas em todo o país, há muitos anos. “Soluções individuais não resolvem”, afirmou. “O reordenamento exige uma solução abrangente e não apenas iniciativas pontuais por parte de cada operadora”.

Nesse contexto, as operadoras precisam garantir espaço para as ocupações atuais e evitar cortes abruptos. “É necessário ainda regularizar as redes com sub compartilhamentos, reduzir riscos de incidentes e interrupções, realizar obras em ritmo viável e previsível, resolver a questão de preços assegurando isonomia entre os ocupantes, entre outros pontos”.

Assim, entre os pontos de atenção para a regulamentação, conforme Moura, estão: ter isonomia e transparência de preços contratados e assegurar ao menos dois pontos para uso compartilhado de operadoras independentes de grandes grupos. “As regras de sub compartilhamento de pontos devem ser claras e diretas, sem depender da vontade do detentor original”, disse.

Diretor presidente da Associação Brasileira de Internet (Abranet), Eduardo Parajo reforçou a urgência de “unir esforços”. “Precisamos tomar cuidado apenas com o aspecto da concorrência, não podemos engessar essa parte”, disse.

E isso sem a criação de novas regulações. “Talvez um ajuste aqui e outro ali”, disse. “As operadoras não sabem que é possível fazer o sub compartilhamento, por exemplo. O mercado já é extremamente regulado”.

Mais de 2 mil postes

 

Superintendente adjunto de Regulação dos Serviços de Distribuição da Aneel, Hugo Lamin explicou que a agência tem uma superintendência específica de fiscalização.

“Vivemos num ambiente em que são frequentes os fios emaranhados, com muitos cabos partidos, não necessariamente de energia elétrica”.

Assim, é necessário ver o que deve ser feito para resolver o problema. “Temos deficiências no compartilhamento de infraestrutura”, disse. “Os setores têm que atuar de forma conjunta”.

Desse modo, entre os pontos a observar estão a regularização da ocupação dos postes e o preço do compartilhamento dos pontos. “temos uma comissão de resolução de conflitos”.

Lamin destacou dois despachos da agência nessa direção: o 778 e o 779, ambos de 2018.  “O objetivo é regularizar a ocupação de 2.129 postes, num prazo de 90 dias”.

Superintendente de Competição da Anatel, Abraão Balbino e Silva encerrou o debate.

“Telecom é tão infraestrutura quanto energia e saneamento básico”, afirmou. “Vivemos num ecossistema complicado, com brigas constantes e interesses conflitantes”, disse. “Mas estamos num caminho de buscar soluções, de mais cooperação”.

Silva afirmou que há 170 processos sobre preço em andamento na agência, com 25 decididos em definitivo. “Não dá para pensar na pauta preço com um valor único para todo o Brasil”, disse. “Vamos apresentar nos próximos meses uma análise de impacto regulatório aos setores”.

 

 

 

jun 16

Infraestrutura de Redes na Fiesp – Divulgação TeleSíntese

Portal de Telecomunicações, Internet e TICs

 

INFRAESTRUTURA

REGULADORES E EMPRESAS DESCARTAM ÓRGÃO DEDICADO AO COMPARTILHAMENTO DE INFRAESTRUTURA

Aneel, Anatel, Abranet, Telcomp defendem saída de mercado para ocupação irregular dos postes. Anatel fala em definição de preço de referência para ocupação de dutos subterrâneos.

RAFAEL BUCCO — 13 DE JUNHO DE 2018

As disputas em torno da ocupação de postes e dutos parece muito longe de acabar no Brasil. Em encontro ocorrido hoje (13) na Fiesp, em São Paulo, representantes da Aneel, Anatel, e de entidades setoriais ofereceram relatos que mostram ser urgente uma solução. Mas que ela não está no horizonte próximo.

Tanto Aneel, quanto Anatel, que emitiram resoluções conjuntas, prometem ajustar as regras em voga em 2019. O processo de ajuste, como já anunciado na última semana, passa pela elaboração de uma análise de impacto regulatório (AIR) e por consultas públicas. Conforme Abraão Balbino, superintendente de competição da Anatel, a perspectiva é de que apenas em meados do próximo ano haverá um nova regulação, ou ajustes na atual, caso a AIR mostre tal necessidade.

Até lá, o cenário permanece inalterado. Os postes dos grandes centros urbanos seguirão sobrecarregados. As distribuidoras continuarão reclamando de falta de condições de fiscalizar, assim como provedores e operadoras vão disputar cada centímetro.

Muita fibra, poucos dutos

O crescimento das redes de dados está acontecendo de forma acelerada, sem que cidades tenham regras claras de ocupação dos espaços. Também são muitos os entrantes. Dados recentes da Anatel apontam que já existem no país 7,5 mil provedores de acesso. “Há ausência de colaboração e inércia dos agentes. Trocas de acusações e responsabilidades”, diz Balbino.

Ele vê com bons olhos os despachos recentes da Comissão de Arbitragem, criada por Aneel e Anatel, para mediar disputas envolvendo o uso de postes. Em abril, a comissão mandou Claro, Oi, TIM e Vivo limparem mais de 2 mil postes até julho. O prazo está correndo. Mas, segundo fonte ouvida pelo Tele.Síntese, dificilmente será atendido.

“A resolução para o problema é de longo prazo”, admite Balbino. Para ele, no futuro as agências precisarão rever as regras do jogo. Um ideia é dividir cidades em três categorias. Em duas dessas categorias, não há superocupação dos postes. Seriam pouco mais de 4 mil cidades nessa condição, nas quais distribuidoras e operadoras precisam respeitar um preço de referência. Nos grandes mercados, a demanda regularia o preço.

Além dos postes, os dutos subterrâneos também passariam a ter preço sugerido por regulação.”Grande parte dos dutos nessas localidades está com espaço. E Anatel e Aneel nunca pensaram em regular a infraestrutura subterrânea, apenas a aérea. Agora, a Anatel acha que seria possível definir R$ 150 como preço por quilômetro usado de duto. Valor próximo de postes, que é de R$ 120 por quilômetro”, afirma.

Perspectivas

Hugo Lamin, superintendente adjunto de regulação dos serviços de distribuição da Aneel concorda que falta muito para que o uso dos postes seja racionalizado. “O diagnóstico que temos é muito ruim. Tem solução, mas é demorada e cara”, admite. Com os despachos de abril, ele espera ver mudanças no comportamento das teles. Isso porque a Eletropaulo poderá cortar os cabos que não estejam adequados.

Como Balbino, ele também antevê um cenário em que cidades de diferentes portes e com infraestrutura distintas terão regulações específicas. Mas discorda no principal: a regulação de preço. Para Lamin, a Aneel deve optar por deixar o preço à mercê do mercado em cidades pequenas, e regular o preço em áreas muito densas.

Já Marcius Vitale, consultor especializado no assunto, é cético quanto a uma solução. Segundo ele, um conjunto de fatores resultaram na desorganização e sobrecarga dos postes. A busca por resultados financeiros, por parte das empresa, levou à precarização dos prestadores de serviços.

Parcela dos instaladores e das equipes de manutenção não têm o treinamento devido e está exposta a riscos devido à saturação dos postes. “Hoje os padrões não são seguidos. Ninguém se preocupa com o ser humano. A quantidade de operários morrendo em acidentes de trabalho é alarmante”, diz.

Longo prazo

Já para João Moura, da Telcomp, há solução, embora demorada. Ele reclama que as operadoras têm dificuldade em encontrar mão de obra especializada em manutenção de infraestrutura, o que atrasa os esforços para organização dos postes. Mas não vê como possível o uso apenas de dutos subterrâneos. Por isso, cobra a criação de algum instrumento legal que reserve dois pontos de fixação nos postes a operadoras independentes. “Além disso, donos de dutos só poderiam ter acesso aos postes onde houver espaço livre ou por sub compartilhamento”, cobra.

Ele também questiona a utilidade de uma comissão de conflitos. “Ficar batendo boca por preço não resolve. Não podemos depender de uma solução que se baseia em comissão de arbitragem de conflitos. Abre-se um processo ali e leva-se dois anos para resolver”, critica. Balbino concorda que há o risco de “enxugar gelo” na comissão. Mas defende que o ajuste dos preços é fundamental para regular a demanda pela infraestrutura.

Divisão estrutural, não

Seja qual for a solução, reguladores e empresas são unânimes em descartar o modelo inglês, em que há divisão estrutural. Nesse modelo, uma empresa é monopolista na infraestrutura de rede de acesso. Para Eduardo Parajo, da Abranet, isso deveria ter sido pensado na privatização do sistema Telebras, em 1998. Agora, após bilhões investidos, o mercado já está maduro para se autorregular. “O mercado busca soluções por ele mesmo, como o compartilhamento, que precisa ser mais completo e em regiões mais populosas”, observa.

Moura ressalta que as redes ainda são diversas. As empresas construíram infraestruturas diferentes, o que dificulta uma solução universal de compartilhamento. Por isso o espaço nos postes continuam essencial. Para Balbino, a separação estrutural criaria problemas de capacidade. “Teia escassez de infraestrutura, mas empreitadas menores, como foi feito no Porto Maravilha, funcionam. A conta tem que fechar, e só fecha em áreas de grande atratividade econômica”, lembra.

A solução também passa longe de um órgão governamental, dedicado apenas à regulação do preço e fiscalização do uso de postes. “Aumentaria a burocracia”, resume Parajo. Para Balbino, as distribuidoras elétrica poderiam, hoje, desempenhar o papel de coordenar a ocupação e fiscalizar o uso de seus postes.

jun 13

Workshop – Infraestrutura de Telecomunicações na FIESP – Legislação

 

Fiesp MMMMM

FIESP Workshop Infra Junho 2018

WORKSHOP DEBATE INFRAESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÕES NA FIESP

 

Evento reuniu especialistas do setor na manhã desta quarta-feira (13/06)

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

Foi realizado, na manhã desta quarta-feira (13/06), na sede da Fiesp, em São Paulo, o Workshop “Telecomunicações – “Infraestrutura Urbana de Telecomunicações: Legislação”. Organizado pelo Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da federação, o evento reuniu especialistas para debater os principais problemas do setor no país.

O workshop foi aberto pelo diretor de Telecomunicações do Deinfra, Helcio Binelli, que repassou os principais pontos da discussão, destacando que “soluções técnicas existem”, mas são acompanhadas do desperdício de recursos. “Precisamos ver o que está mudando e o que ainda vai mudar”, afirmou.

Engenheiro e CEO da Vitale Consultoria, Marcius Vitale destacou que as “autoestradas das comunicações estão cheias de buracos”. “Identificamos 90 pontos impactantes em jogo no setor”, disse. “Hoje os padrões não são seguidos”.

Para Vitale, não existe um planejamento integrado e o subsolo urbano está “congestionado”. “O ideal seria usar as galerias compartilhadas, mesmo sendo mais caro”, explicou. “Como fazemos hoje, estamos condenando a ocupação futura do subsolo”.

Outro ponto destacado pelo engenheiro foi a Inexistência de treinamento da mão de obra no setor de telecomunicações. “Com a terceirização e até a quarteirização, vemos cenas de profissionais trabalhando no meio da rua sem sinalização, expostos a todos os tipos de riscos”, disse.

O presidente da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp), João Moura, foi outro convidado do evento.

De acordo com ele, as redes aéreas estão desordenadas em todo o país, há muitos anos. “Soluções individuais não resolvem”, afirmou. “O reordenamento exige uma solução abrangente e não apenas iniciativas pontuais por parte de cada operadora”.

Nesse contexto, as operadoras precisam garantir espaço para as ocupações atuais e evitar cortes abruptos. “É necessário ainda regularizar as redes com sub compartilhamentos, reduzir riscos de incidentes e interrupções, realizar obras em ritmo viável e previsível, resolver a questão de preços assegurando isonomia entre os ocupantes, entre outros pontos”.

Assim, entre os pontos de atenção para a regulamentação, conforme Moura, estão: ter isonomia e transparência de preços contratados e assegurar ao menos dois pontos para uso compartilhado de operadoras independentes de grandes grupos. “As regras de sub compartilhamento de pontos devem ser claras e diretas, sem depender da vontade do detentor original”, disse.

Diretor presidente da Associação Brasileira de Internet (Abranet), Eduardo Parajo reforçou a urgência de “unir esforços”. “Precisamos tomar cuidado apenas com o aspecto da concorrência, não podemos engessar essa parte”, disse.

E isso sem a criação de novas regulações. “Talvez um ajuste aqui e outro ali”, disse. “As operadoras não sabem que é possível fazer o sub compartilhamento, por exemplo. O mercado já é extremamente regulado”.

Mais de 2 mil postes

Superintendente adjunto de Regulação dos Serviços de Distribuição da Aneel, Hugo Lamin explicou que a agência tem uma superintendência específica de fiscalização.

“Vivemos num ambiente em que são frequentes os fios emaranhados, com muitos cabos partidos, não necessariamente de energia elétrica”.

Assim, é necessário ver o que deve ser feito para resolver o problema. “Temos deficiências no compartilhamento de infraestrutura”, disse. “Os setores têm que atuar de forma conjunta”.

Desse modo, entre os pontos a observar estão a regularização da ocupação dos postes e o preço do compartilhamento dos pontos. “temos uma comissão de resolução de conflitos”.

Lamin destacou dois despachos da agência nessa direção: o 778 e o 779, ambos de 2018.  “O objetivo é regularizar a ocupação de 2.129 postes, num prazo de 90 dias”.

Superintendente de Competição da Anatel, Abraão Balbino e Silva encerrou o debate.

“Telecom é tão infraestrutura quanto energia e saneamento básico”, afirmou. “Vivemos num ecossistema complicado, com brigas constantes e interesses conflitantes”, disse. “Mas estamos num caminho de buscar soluções, de mais cooperação”.

Silva afirmou que há 170 processos sobre preço em andamento na agência, com 25 decididos em definitivo. “Não dá para pensar na pauta preço com um valor único para todo o Brasil”, disse. “Vamos apresentar nos próximos meses uma análise de impacto regulatório aos setores”.

 

 

jun 11

WORKSHOP TELECOMUNICAÇÕES na FIESP

O emaranhado de fios nos postes dos grandes centros é preocupante. A grande quantidade de cabos, fixados de forma desordenada e em desrespeito às normas técnicas existentes, impacta diretamente a qualidade dos serviços prestados, a segurança dos cidadãos e a estética urbana. O workshop abordará a aplicação das normas das agências reguladoras e apresentará o que deve ser feito pelos ocupantes dos postes para a correção das irregularidades. Participe!

das 09h00 às 12h30

*PROGRAMAÇÃO

Moderador: Helcio Binelli, Diretor de Telecomunicações do Departamento de Infraestrutura da FIESP

Palestrantes:

Marcius Vitale, Consultor e Coordenador do Grupo de Infraestrutura do SEESP, Presidente da Adinatel e CEO da Vitale Consultoria

Hugo Lamin, Superintendente Adjunto de Regulação dos Serviços de Distribuição da ANEEL

Abraão Balbino e Silva, Superintendente de Competição da ANATEL

Eduardo Fumes Parajo, Diretor-Presidente da Associação Brasileira de Internet (ABRANET)

João Moura, Presidente Executivo da Telcomp

jun 11

Palestra de Infraestrutura de Redes na FIESP – ABRANET

Debate: Compartilhamento de Postes em Workshop na Fiesp
 
Presidente da Adinatel Marcius Vitale irá apresentar a palestra com o tema:
Infraestrutura Urbana – Ainda tem Solução?
Divulgação do evento no portal da Abranet
 
Por: Redação Abranet – 08/06/2018
 
O presidente da Associação Brasileira de Internet (Abranet), Eduardo Fumes Parajo, integra, na próxima quarta-feira (13/6), painel no workshop sobre infraestrutura urbana de telecomunicações que será realizado na FIESP.
 
A principal questão a ser abordada no evento é uma resolução para a grande quantidade de cabos, fixados de forma desordenada e em desrespeito às normas técnicas existentes, impacta diretamente a qualidade dos serviços prestados, a segurança dos cidadãos e a estética urbana. Também será abordada a Resolução 797 da Aneel de 12 de dezembro de 2017.
 
A Resolução trata do compartilhamento da capacidade excedente da infraestrutura disponibilizada pelas companhias de energia, observando o Plano de Ocupação, as Normas Técnicas e Regulamentos aplicáveis a esta Resolução e os Regulamentos Conjuntos entre as Agências Reguladoras dos setores envolvidos.
 
Os painelistas serão Hélcio Binelli, diretor de telecomunicações do departamento de infraestrutura da FIESP (moderador), Marcius Vitale, consultor e coordenador do grupo de infraestrutura do SEESP, presidente da Adinatel e CEO da Vitale Consultoria; Carlos Alberto Calixto Mattar, superintendente de regulação dos serviços de distribuição SRD da ANEEL; Abraão Balbino e Silva, superintendente de competição da Anatel; Eduardo Fumes Parajo, diretor-presidente da Abranet, e João Moura, presidente-executivo da Telcomp.
 
O workshop abordará a aplicação das normas das agências reguladoras e apresentará o que deve ser feito pelos ocupantes dos postes para a correção das irregularidades. O evento começa às 9h do dia 13 de junho. A inscrição é gratuita e deve ser feita pelo site: https://apps.fiesp.com.br/sce2/InscricaoExterno/InscricaoExterna/Inscricao/5560?cs=6

maio 13

Palestra – “Gestão de Impacto ma UNIP” – Universidade Paulista

Template Gestão de Impacto

Imagem UNIP

Atendendo o convite do engenheiro Álvaro Martins, professor do Curso de Engenharia Elétrica da UNIP – Campus Tatuapé em São Paulo, o engenheiro consultor e músico Marcius Vitale apresentou na Universidade a palestra “Superação & Eficiência através da música – Resultados em Escala Maior”.

“palestra-show” apresentou a evolução das organizações ao longo das últimas décadas fazendo um paralelo entre a música e a gestão das empresas.

O tema propôs de forma clara com muita música boa, a integração, o alinhamento e a motivação das equipes corporativas para nova visão do que ocorre no mundo digital contemporâneo, no desenvolvimento de lideranças competentes e com visão de futuro.

Os conceitos criados pelo consultor músico: “Gestão Jazz, Gestão Clássica, Gestão Rock e Gestão Samba” despertaram enorme interesse dos participantes, justamente pelo assunto inédito e também pela maneira como foi apresentado.

Na segunda parte deste encontro, o consultor fez uma detalhada abordagem sobre as últimas novidades no universo digital: IoT – Internet das Coisas & Marketing 4.0 & RPD – Rádio Peão Digital,  citando que a conjugação dos assuntos abordados, está mudando radicalmente a maneira de gerir empresas e quem não estiver atento aos fatos, não irá navegar no mar azul da tecnologia.

 

Por se tratar de assuntos palpitantes e atuais, a palestra atingiu plenamente seus objetivos, transmitindo aos futuros engenheiros, dicas e sugestões do que deve ser observado e praticado no seio das organizações.

maio 12

Dia das Mães!

Dia das Mães 2018 PP

abr 26

Miopia Digital

Miopia 02

 

Miopia digital é uma notória evidência da falta de visão do que vem ocorrendo na conjugação do marketing 4.0 com a IoT – internet das coisas e RPD – rádio peão digital.

Rádio peão digital – RPD, por definição, é um mecanismo real, utilizado pelas pessoas de um grupo, conectados numa rede social, para fazer circular informações que estas mesmas pessoas consideram importante para suas necessidades.

A rádio peão é onipresente no mundo das comunicações digitais, não possui estrutura formal ou permanente, não está sob controle ou direção de integrantes, move-se em todos as direções dentro da rede mundial, onde todos os internautas podem dela participar.

Por ser totalmente informal e ter abrangência mundial, ela estende seus braços para todas as comunidades, invadindo todos os espaços conectados no mundo web.

Uma característica da rádio peão digital é que ela é infalível, responde a todas as dúvidas surgidas sobre determinado assunto de interesse.

Pela rádio peão circulam informações de todo tipo e o enfoque primordial é a circulação de rumores e boatos, assim como ao que denominado de fake news (notícias falsas). Para os novos tempos, temos que nos preocupar com os conteúdos veiculados nas redes sociais.

Uma nota provocativa e/ou mesmo negativa, pode macular a imagem da sua organização, sendo muitas vezes de difícil recuperação. Um ponto relevante é que o acesso à informação ficou facilitado, fazendo com que o consumidor fique dependente das notícias e conteúdos gerados por terceiros, fato este que pode ser útil ou prejudicial a sua marca.

Finalmente, a última característica da RPD diz respeito a sua indestrutibilidade, isto é, mesmo contra o desejo e a boa vontade dos internautas pertencentes a rede, a rádio peão digital é indestrutível, justamente pela forte interação entre as pessoas conectadas.

Já o marketing 4.0 é a nova tendência para divulgação da sua linha de produtos e serviços, ele procura atender plenamente os sentimentos humanos dos consumidores, criando laços personalizados e duradouros com seu público-alvo, daí a necessidade de um rígido acompanhamento da sua imagem via rede.

A partir dos conceitos desenvolvidos para o marketing 3.0, no qual as preocupações e anseios do consumidor são considerados, transformando-os em embaixadores da sua marca, pontos importantes passaram a ser observados por eles, tais como: engajamento com o meio ambiente, causas sociais, sustentabilidade e ética.

Como exemplo: estes pontos exigidos pelos consumidores, forçam as empresas a aderirem aos citados preceitos ou seja, respeito ao meio ambiente, criando produtos com embalagens biodegradáveis e atendimento integral aos princípios de respeito ao planeta são itens fundamentais e devem ser implementados.

O terceiro conceito, IoT, é que tudo está sendo conectado o tempo todo através da internet das coisas. O mundo se tornou pequeno e totalmente interligado, outra evidência que deve ser acompanhada, estudada e entendida por todos.

Como gravitar nessa profusão de novas tecnologias, aplicativos revolucionários, comunicação instantânea, o que é positivo e o que é negativo,  este é um ponto que deve ser plenamente compreendido e um grande desafio a resolver, conforme citei, deve ser observado e acompanhado por experts em comunicações digitais.

Como as coisas estão acontecendo rapidamente, tenho observado que uma grande massa de gestores, ainda não está antenada com o que está ocorrendo no mundo da comunicação e marketing, continuam imersos no mofado mundo analógico de décadas passadas.

Para não ser atropelado pelo trem da modernidade e da tecnologia, é importante estar atento para poder sobreviver e atuar nestes novos tempos. Retirar a venda dos olhos é necessário para observar o futuro que já está presente, curando ao que denomino de Miopia Digital.

Frases do pai do marketing moderno – Philip Kotler:

– “Se você criar um caso de amor com seus clientes eles próprios farão sua publicidade.”

– “Já não basta simplesmente satisfazer clientes. É preciso encantá-los.”

– “Satisfação é o sentimento de prazer ou de desapontamento resultante da comparação de desempenho esperado pelo produto (ou resultado) em relação às expectativas da pessoa.”

– “As companhias prestam muita atenção ao custo de fazer alguma coisa. Deviam preocupar-se mais com os custos de não fazer nada.”

– “A melhor propaganda é feita por clientes satisfeitos.”

– “O marketing 4.0 aproveita a conectividade máquina a máquina (M2M), e a inteligência artificial (IA), afim de aumentar a produtividade do Marketing, enquanto aproveita a conectividade humano a humano (H2H) a fim de reforçar o envolvimento do consumidor.”

abr 11

Infraestrutura de Telecomunicações – Matéria publicada na Agência Brasil

 

 

Empresas de telecomunicações têm prazo para corrigir                               fiação em postes em SP

  • 10/04/2018 20h38 publicação
  • São Paulo localização

Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil

As empresas de telecomunicação Claro, Oi, Telefônica/Vivo e TIM terão 90 dias para regularização fiação instalada em postes da distribuidora de energia AES Eletropaulo. A medida foi determinada pela Comissão de Resolução de Conflitos das Agências Reguladoras, Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) na sexta-feira (6) a partir do pedido da companhia de energia que atua em São Paulo. As empresas aguardam notificação.

Caso as fiações não sejam corrigidas, a AES Eletropaulo fica autorizada a retirar cabos e equipamentos das prestadoras que se recusarem ou não manifestarem sobre a regularização. De acordo com a Resolução Normativa nº 797/2017 [1] da Aneel, os fios podem ser retirados por irregularidades ou por falta de pagamento, desde que autorizado pela comissão. Caso isso ocorra, poderá afetar os serviços de telefonia e internet.

A Anatel destacou que a medida é para garantir “segurança mecânica e elétrica das instalações”, pois a ocupação irregular pode levar a problemas estéticos e urbanísticos, com “possíveis transtornos à livre circulação de pessoas e veículos”. A agência reguladora citou também os incômodos operacionais causado às distribuidoras de energia.

A comissão é composta por representantes da Anatel, Aneel e da Agência Nacional do Petróleo e é responsável por resolver conflitos entre agentes dos setores de energia elétrica, telecomunicações e petróleo em relação ao compartilhamento de infraestrutura.

Em nota, o vice-presidente de Relações Externas da Eletropaulo, Sidney Simonaggio, disse que a determinação atende a um “antigo pedido” da companhia. “Nosso objetivo é que as empresas cumpram com a obrigação de identificar seus cabos e organizá-los. Isso beneficiará a todos, principalmente, a população”, apontou.

O engenheiro consultor Marcius Vitale, integrante do Grupo de Trabalho sobre Infraestrutura do Sindicato dos Engenheiros de São Paulo, lembra que a privatização do setor de telecomunicações ampliou os agentes que atuam com essa infraestrutura, o que aumenta a demanda por controle e fiscalização. “Nós saímos de um universo de 28 empresas para mais de 6 mil atores fazendo serviços na rua.”

Vitale destacou que normas e resoluções técnicas fixam um limite de até cinco cabos por poste. O pedido é feito às concessionárias de energia elétrica, mas, muitas vezes, a colocação é feita à revelia. “Tem certos casos com 50 cabos pendurados. Começou-se a perder o controle dessa gestão da infraestrutura. A concessionária não dá conta de fiscalizar tudo, as resoluções técnicas não permitem que sejam lançados mais de cinco cabos, mas o que ocorre a olhos vistos é que tem excesso de cabos na rede aérea. É difícil localizar um único culpado”, disse.

O engenheiro apontou, entre os riscos desse acúmulo de fios, além de problemas mecânicos pelo aumento do peso nos postes, as questões de segurança para os técnicos que precisam estar bem treinados para operar a rede elétrica. Como solução possível, ele cita a instalação de cabeamento subterrâneo e o uso de microdutos. Vitale destacou ainda a possibilidade de, por meio de parcerias público-privadas estabelecer um agente responsável por determinada área, que prestaria serviço a outras empresas contratantes.

Notificação

A TIM disse que aguarda notificação da Anatel para avaliar medidas cabíveis. Apesar disso, informou que a operadora já vinha planejando com a AES Eletropaulo e a prefeitura de São Paulo o ordenamento da rede na cidade.

A Claro informou que obedece à regulamentação do setor e que segue padrões técnicos de segurança na operação da rede. Sobre a determinação das agências reguladoras, informou que não foi notificada e que, portanto, ainda não se pronunciará sobre o assunto.

A Oi informou que “está avaliando a notificação citada”.

Em nota, a Telefônica/Vivo informou que “já executou o ordenamento da rede, que se encontra em fase final de vistoria pela AES Eletropaulo”. A empresa acrescentou ainda que tem outros projetos de ordenamento da rede em andamento junto à companhia de energia e à prefeitura de São Paulo.

Edição: Juliana Andrade

Posts mais antigos «