ago 10

Palestra sobre Infraestrutura Urbana de Telecom na AES Eletropaulo

Foto Palestra Eletropaulo agosto 2018

 

A  convite da Vice Presidência de Relações Externas e do Diretor Comercial da empresa, apresentei na AES Eletropaulo no dia 09 de julho de 2018  palestra sobre o tema Infraestrutura de Telecomunicações Urbana, para a equipe de Compartilhamento de Infraestrutura da empresa.

 

No período da tarde do mesmo dia, realizamos uma ampla discussão técnica sobre o assunto com o corpo técnico de engenheiros da empresa, a respeito de normas técnicas e eventuais oportunidades de melhorias.

 

Estamos planejando outros encontros para os próximos dias, para a continuidade da discussão do tema – Melhoria da Infraestrutura.

ago 06

Entidades discutem a ocupação de postes em evento na FIESP

 

FIESP Workshop Infra Junho 2018

Cabos irregulares e caídos, acidentes com mortes e disputas judiciais parecem um cenário de filme de suspense, mas na verdade fazem parte da trama envolvendo a ocupação de postes e dutos no Brasil. Com a expansão dos provedores de Internet, os problemas tendem a se agravar – hoje já são mais de 7500 empresas com licença SCM.

“No passado tínhamos as práticas Telebrás, que eram seguidas rigorosamente. Hoje identificamos 90 pontos ofensores nas redes”, disse o engenheiro e CEO da Vitale Consultoria, Marcius Vitale, durante o workshop “Infraestrutura Urbana de Telecomunicações: Legislação”, realizado pela Fiesp, que reuniu representantes da Aneel, Anatel e de entidades setoriais para debater os principais problemas do setor. A falta de treinamento da mão de obra, por exemplo, um dos “pontos ofensores” citado por Vitale, resulta em redes de má qualidade e riscos de acidentes para o trabalhador e moradores.

Um instrumento que deve dar maior celeridade aos processos é o processo de ajuste anunciado em junho pela Aneel e Anatel, que prevê a elaboração de AIR – Análise de Impacto Regulatório da Resolução nº 4, de 2014. Segundo Abraão Balbino, superintendente de competição da Anatel, a perspectiva é de que apenas em meados do próximo ano deverá sair a nova regulação, ou revisão da atual. Os ajustes da AIR ainda precisam passar por consulta pública e aprovação.

Um dos pontos da revisão é a classificação das cidades em categorias. A grande maioria (cerca de 4000 municípios com até 70 mil habitantes) está nas chamadas regiões de baixa ocupação, com no máximo seis prestadoras. Já a região de média ocupação envolve 7 a 12 operadores. Nessa faixa estão 800 municípios com 3000 a 500 mil habitantes. “Podem ter problemas de ocupação, mas uma solução de subcompartilhamento pode resolver”, disse Balbino. O maior problema está nos 160 municípios brasileiros com 3 a 20 prestadores, onde a demanda é maior do que a oferta.

Uma possível solução do ponto de vista de infraestrutura passiva envolve o acesso às fibras ativas das operadoras. O PGMC – Plano Geral de Metas e Competição propõe a comercialização da alta capacidade de transporte de fibra das redes de transporte metropolitanas e interurbanas. “A ideia é regular esse mercado, com a Anatel controlando o preço em certas situações e também tendo acesso aos dutos das operadoras”, disse Balbino. Hoje existe um congestionamento das redes enterradas, mas muitos dutos ainda têm capacidade excedente, que poderia ser compartilhada. O preço seria da ordem de R$ 150/km de duto, equivalente ao do poste (R$ 120/km, considerando o preço de referência de R$ 4,00).

“Vivemos num ambiente em que são frequentes os fios emaranhados, com muitos cabos partidos, não necessariamente de energia elétrica”, disse o superintendente adjunto de Regulação dos Serviços de Distribuição da Aneel, Hugo Lamin. “Temos deficiências no compartilhamento de infraestrutura. Os setores têm que atuar de forma conjunta”.

Em abril, a Anatel e Aneel criaram uma Comissão de Arbitragem, criada por Aneel e Anatel, para mediar disputas envolvendo o uso de postes e a regularização da ocupação dos postes.

Entre os destaques da comissão estão os despachos o 778 e o 779, ambos de abril de 2018. O objetivo é regularizar a ocupação de 2129 postes da Eletropaulo em São Paulo. A comissão mandou Claro, Oi, TIM e Vivo limparem mais de 2 mil postes até julho. Segundo a Resolução Normativa Aneel nº 797/2017, as distribuidoras podem cortar cabos por questões emergenciais e cortar cabos clandestinos.

Mas a maior parte dos conflitos intra-setoriais e inter-setoriais é relacionada ao preço. Enquanto tem operadora que paga R$ 0,60 pelo poste, tem provedor que paga R$ 22. “É muito difícil competir, é preciso ter isonomia e previsibilidade”, disse Balbino.

Hoje há 170 processos sobre preço em andamento na agência, com 25 decididos em definitivo. “Com os processos de arbitragem quem ganha são os escritórios de advocacia e litígio nos órgãos reguladores. Isso não é eficiente para os empresários e onera a máquina do estado somente para arbitrar”, disse Balbino. Ou seja, é preciso pensar em outras soluções mais abrangentes e eficientes do ponto de vista técnico e econômico.

 

Sandra Mogami – Editora – Revista RTI edição de agosto de 2018

 

jul 21

Palestra na FIESP – Workshop Infraestrutura de Telecomunicações: Novas Tecnologias

 

 

 

Fiesp Workshop julho 2018 06

18/07/2018

Debate sobre infraestrutura de redes atrai grande público


Deborah Moreira

Comunicação SEESP

O público lotou o pequeno auditório da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na capital paulista, que recebeu os palestrantes do “Workshop: Infraestrutura urbana de telecomunicações: novas tecnologias” na manhã desta quarta-feira (18). Cerca de 200 pessoas acompanharam as apresentações dos especialistas convidados, entre eles dois representantes do SEESP:  o diretor do SEESP Carlos Augusto Kirchner e o consultor e coordenador do Grupo de Infraestrutura, ligado ao Conselho Tecnológico do sindicato, Marcius Vitale.

O tema tem sido recorrente nos últimos anos, uma vez que o SEESP tem encampado a luta pelo reordenamento de fios e cabos elétricos nos postes de iluminação nas cidades brasileiras. O consultor deu início à atividade apresentando sua coleção de flagrantes de infraestruturas danificadas ou com graves problemas de segurança, colocando em risco, inclusive, não só pedestres, como trabalhadores que prestam o serviço para as centenas de empresas terceirizadas do setor.

Nas caixas que armazenam a fiação destinada a condomínios a situação é alarmante, conforme Vitale. “No antigo Sistema Telebras, nós especificávamos dois dutos por caixa R2 – que é de passagem, com 1,55 por 80 centímetros. Hoje são até 15 dutos de 40 milímetros e dois de 100 milímetros, conjugados. Esse é um item que teremos que olhar com atenção. Em termos de engenharia, isso é totalmente inaceitável”, exclamou ele.

Vitale lembrou, também, a situação das caixas subterrâneas em que está o cabeamento das operadoras, que dividem espaços muito pequenos: “Como é possível compartilhar se não há nem como entrar nessas caixas subterrâneas, tamanho o emaranhado de fios e emendas. As soluções que temos preconizado, pelo sindicato, são galerias técnicas. Não as grandes, em que é possível entrar, mas as menores, em que cabe uma estrutura tubular onde podem ser lançados os dutos. “Assim, daqui a 50 anos ou mais, quando for necessário um remanejamento, será possível fazê-lo com clareza e segurança. No caso dos dutos enterrados, da maneira como estão, você elimina o subsolo. Com as galerias técnicas fica mais caro, mas é possível preservá-lo e melhor utilizá-lo”, completou.

Ele recordou, ainda, que o padrão nacional atualmente são cinco cabos com mais um da própria concessionária, nos postes de compartilhamento. Também há regra para os pontos de fixação dos fios, que podem reter até 65 milímetros de cabos dentro da estrutura tubular. O que estiver acima disso encontra-se fora de norma.  “O reordenamento implica adoção de novas tecnologias e, nesse caso, exige-se o compartilhamento da infraestrutura. Não tem jeito. As empresas vão precisar criar uma nova cultura”, concluiu Vitale.

Kirchner contou aos participantes sobre a criação da Comissão de Infraestrutura Aérea Urbana (Coinfra) de Bauru, prevista no Decreto 13.559/17, para discutir soluções ao reordenamento de fios e cabos, ao encontro da legislação municipal (nº 6.679/2016). Essa última dispõe sobre a obrigatoriedade de a concessionária de serviço público de distribuição de energia elétrica, no caso a CPFL Paulista, regularizar o emaranhado, bem como notificar as operadoras responsáveis pelos cabos. A comissão está prevista na chamada Lei Geral de Antenas (nº 13.116/17), de âmbito federal.

Até o momento, cerca de 50 municípios possuem legislação própria sobre o tema. Os esforços estão surtindo resultados, caso de Bauru, no interior paulista. A partir de um mapeamento administrativo já existente, está sendo possível a setorização da cidade para encaminhamento da fiscalização e devidas notificações e ações das empresas. Trata-se da “faxina de cabos mortos”, uma das ações da Coinfra, em parceria com a distribuidora e operadoras de telecom. Segundo Kirchner, a CPFL apresentará em breve um plano de ação para que a totalidade do material abandonado nos postes seja removida e lhe seja dada destinação correta. Também está previsto um termo de compromisso, a ser assinado em breve entre a companhia e o município. O objetivo é estabelecer metas mensais, por região da cidade.

“A receita que temos seguido é: o município notifica a distribuidora que, por sua vez, notifica a companhia de telecomunicações. Se não for corrigido o problema, é aplicada multa a essa empresa ou à distribuidora, caso não tenha tomado providências”, contou o diretor do SEESP.

Com entusiasmo, Kirchner encerrou sua explanação alertando que não é mais possível “empurrar esse assunto com a barriga”. “O poder público municipal deve agir de forma coordenada com os demais setores, com diálogo e ações efetivas. Estamos aprendendo na prática que isso é possível. Temos que enfrentar esse problema, por mais que a situação pareça caótica, como é o caso de São Paulo.”

Outros participantes
Quem também falou foi o diretor do Departamento de Controle e Cadastro de Infraestrutura Urbana da Prefeitura de São Paulo (Convias), Marcos Romano, representando Vitor Levy Castex Aly, secretário municipal de Serviços e Obras (Siurb). Segundo ele, o Executivo paulistano está desenvolvendo um novo sistema de georreferenciamento, em software livre, em parceria com a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município (Prodam), que vai monitorar a infraestrutura de redes da cidade com maior eficiência. “Estamos muito atrasados, usando um sistema inadequado às nossas necessidades, o GeoConvias. Agora, estamos preparando um novo, o GeoInfra, e pleiteamos o financiamento com empresas japonesas de alguns projetos que visam o reordenamento dessa infraestrutura. Em breve devemos ter um retorno”, contou Romano. Segundo ele, a Convias tem uma demanda muito grande de solicitações e uma defasagem em sua avaliação. “São 357 projetos somente neste ano, que foram apresentados pelas empresas de telecomunicações.”

Quem também descreveu um cenário difícil de atuação foi Sidney Simonaggio, vice-presidente de Relações Externas da Eletropaulo. “A legislação existente reconhece que é preciso, mas estabelece um ritmo lento, de 2.100 postes regulamentados ao ano. A Eletropaulo tem 1 milhão e 200 mil postes. É só fazer a conta: vai levar 600 anos para consertar tudo. Esse é um dos pontos que precisamos melhorar”, destacou. Ele contou que a Eletropaulo recebe 7 mil reclamações, por telefone, ao ano, referentes a cabos e fios.

 

Enquanto isso, como frisou Helmann Strobel Penze, analista de Redes da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), “no exterior já se tem fibras ópticas compartilhadas”. A RNP é vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e mantida por quatro outras pastas do governo – Educação, Cultura, Saúde e Defesa, que participam do Programa Interministerial da RNP (PI-RNP).

 

jul 21

Infraestrutura de Telecomunicações – Divulgação Fiesp

Fiesp MMMMM

WORKSHOP DEBATE INFRAESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÕES NA FIESP

Fiesp Workshop Julho 2018 - 02 Fiesp Workshop julho 2018 06

Fiesp Workshop julho 2018 07

 

18/07/2018

Evento reuniu especialistas e representantes de empresas e órgãos públicos na manhã desta quarta-feira (18/07)

Foi realizado, na manhã desta quarta-feira (18/07), na sede da Fiesp, em São Paulo, o workshop “Infraestrutura Urbana de Telecomunicações: Novas Tecnologias”.  O evento foi organizado pelo Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da federação, com moderação do diretor da área, Marco Ginciene. E reuniu representantes de empresas e órgãos públicos.

Para o Marcius Vitale, CEO da Vitale Consultoria, as novas tecnologias exigem compartilhamento de infraestrutura. “Isso permite a transmissão simultânea de energia e dados em banda larga”, explicou. “E diminui a quantidade de cabos aéreos de telecomunicações em postes, além do ganho social trazido pela expansão da rede de fibra ótica”.

E por falar em tecnologia, o diretor do Departamento de Controle e Cadastro de Infraestrutura Urbana da Prefeitura de São Paulo, Marcos Romano, destacou que não é simples fazer o planejamento das ações na área.

“O fluxo de inserção de dados e o desenho do sistema são organizados de modo digital”, disse.

Ele explicou que existem hoje duas redes de telecomunicações cadastradas na prefeitura e disse como deve ter feito esse cadastro.

Sobre o papel das prefeituras nesse ponto, o diretor do Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo, Carlos Augusto Kirchener, destacou o protagonismo municipal na área.

“Isso envolve a aprovação da Lei Municipal de Combate ao Emaranhado de Cabos”, explicou. “E a atribuição de zelar pela segurança de todos no que diz respeito à segurança no compartilhamento das redes”.

O engenheiro sugeriu ainda a realização de uma faxina de fios emaranhados nas cidades, com a sugestão de metas de trabalho para algumas prefeituras.

O sindicato também trabalha em ações de apoio à melhoria da qualidade dos serviços prestados e à correção dos desordenamentos de cabos, com a retirada de todas as reservas técnicas em desacordo com as normas.

“O aperfeiçoamento da Aneel e da Anatel em muito podem contribuir para esse processo de evolução também”, disse.

Rede subterrânea 

Vice-presidente de Relações Externas da Eletropaulo, Sidney Simonaggio lembrou que, na realidade, “todos estão insatisfeitos”. “Recebemos 7 mil ligações por ano referentes a problemas com fios e cabos”, afirmou.

Simonaggio apresentou os regulamentos vigentes hoje, com um histórico das leis sobre o tema.

E disse que a empresa tem “ações intensas de fiscalização”, com o acionamento da Comissão de Resolução de Conflitos da Aneel/Anatel sempre que necessário. “O auditório está cheio aqui exatamente porque todos queremos mudar, aprimorar o cenário que vemos hoje”.

De acordo com Simonaggio, são 322 mil clientes da Eletropaulo atendidos por rede subterrânea, o que significa 4,8% do total.

Ele destacou que o custo de uma rede de distribuição subterrânea é de 10 a 20 vezes mais alto que a rede aérea. “Um custo que vai para a tarifa”, disse. “Usamos onde faz sentido, os custos variam por região, por conta de fatores como a quantidade de carga, por exemplo”.

Já o custo de manutenção da rede subterrânea é 24% maior, “exige mais tecnologia”, conforme Simonaggio.

Segundo ele, para realizar um projeto grande de aterramento, a tarifa não pode ser a única fonte de financiamento. “A isenção de impostos pode levar à viabilidade econômica da iniciativa, entre outras ações”, explicou. “É preciso ter visão de longo prazo”.

Também participante do debate, Helmann Strobel Penze, analista de redes da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), destacou problemas na formação dos técnicos que trabalham na área.

“As empresas se afastaram da academia, perdemos força ao abandonar as universidades”, disse. “Precisamos inovar em tudo o que for possível.

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp 

jul 16

Palestra na FIESP – Compartilhamento de Redes de Telecomunicações

Workshop – FIESP – Infraestrutura Urbana de Telecomunicações: Novas Tecnologias

No próximo dia 18 de julho de 2018, o Presidente da ADINATEL Engenheiro Marcius Vitale irá apresentar no Workshop a palestra Compartilhamento de Redes de Telecomunicações Urbana.

O ordenamento dos fios nos postes necessitam de reorganização, novos investimentos e ações conjuntas por parte das distribuidoras de energia, operadoras de telecom e pequenos provedores. O Workshop tratará sobre soluções tecnológicas e padronização de procedimentos para a execução de projetos, obras e fiscalização. Também serão abordadas as necessidades de realização de planejamento integrado e compartilhamento da infraestrutura das redes aéreas e subterrâneas.

Participe!

Programação*

Dia 18 de julho de 2018

das 09h00 às 12h30

Moderador: Marco Ginciene, Diretor de Telecomunicações do Departamento de Infraestrutura da FIESP

Palestrantes:
  Marcius Vitale, Consultor e Coordenador do Grupo de Infraestrutura do SEESP, Presidente da Adinatel e CEO da Vitale Consultoria
  Vitor Levy Castex Aly, Secretário da Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB) de São Paulo
  Carlos Augusto Kirchner, Diretor do Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo (SEESP/FNE)
  Sidney Simonaggio, Vice-Presidente de Relações Externas da Eletropaulo
  Helmann Strobel Penze, Analista de Redes da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP)

jun 16

Divulgação FIESP – Workshop Infraestrutura – Palestra do Engenheiro Marcius Vitale

Portal Fiesp > Notícias > Workshop debate infraestrutura de telecomunicações na Fiesp

 

WORKSHOP DEBATE INFRAESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÕES NA FIESP

 

13/06/2018 12:38 – Atualizado em 13/06/2018  12:39

Evento reuniu especialistas do setor na manhã desta quarta-feira (13/06)

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp 

Foi realizado, na manhã desta quarta-feira (13/06), na sede da Fiesp, em São Paulo, o Workshop “Telecomunicações – “Infraestrutura Urbana de Telecomunicações: Legislação”. Organizado pelo Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da federação, o evento reuniu especialistas para debater os principais problemas do setor no país.

O workshop foi aberto pelo diretor de Telecomunicações do Deinfra, Helcio Binelli, que repassou os principais pontos da discussão, destacando que “soluções técnicas existem”, mas são acompanhadas do desperdício de recursos. “Precisamos ver o que está mudando e o que ainda vai mudar”, afirmou.

Engenheiro e CEO da Vitale Consultoria, Marcius Vitale destacou que as “autoestradas das comunicações estão cheias de buracos”. “Identificamos 90 pontos impactantes em jogo no setor”, disse. “Hoje os padrões não são seguidos”.

Para Vitale, não existe um planejamento integrado e o subsolo urbano está “congestionado”. “O ideal seria usar as galerias compartilhadas, mesmo sendo mais caro”, explicou. “Como fazemos hoje, estamos condenando a ocupação futura do subsolo”.

Outro ponto destacado pelo engenheiro foi a Inexistência de treinamento da mão de obra no setor de telecomunicações. “Com a terceirização e até a quarteirização, vemos cenas de profissionais trabalhando no meio da rua sem sinalização, expostos a todos os tipos de riscos”, disse.

O presidente da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp), João Moura, foi outro convidado do evento.

De acordo com ele, as redes aéreas estão desordenadas em todo o país, há muitos anos. “Soluções individuais não resolvem”, afirmou. “O reordenamento exige uma solução abrangente e não apenas iniciativas pontuais por parte de cada operadora”.

Nesse contexto, as operadoras precisam garantir espaço para as ocupações atuais e evitar cortes abruptos. “É necessário ainda regularizar as redes com sub compartilhamentos, reduzir riscos de incidentes e interrupções, realizar obras em ritmo viável e previsível, resolver a questão de preços assegurando isonomia entre os ocupantes, entre outros pontos”.

Assim, entre os pontos de atenção para a regulamentação, conforme Moura, estão: ter isonomia e transparência de preços contratados e assegurar ao menos dois pontos para uso compartilhado de operadoras independentes de grandes grupos. “As regras de sub compartilhamento de pontos devem ser claras e diretas, sem depender da vontade do detentor original”, disse.

Diretor presidente da Associação Brasileira de Internet (Abranet), Eduardo Parajo reforçou a urgência de “unir esforços”. “Precisamos tomar cuidado apenas com o aspecto da concorrência, não podemos engessar essa parte”, disse.

E isso sem a criação de novas regulações. “Talvez um ajuste aqui e outro ali”, disse. “As operadoras não sabem que é possível fazer o sub compartilhamento, por exemplo. O mercado já é extremamente regulado”.

Mais de 2 mil postes

 

Superintendente adjunto de Regulação dos Serviços de Distribuição da Aneel, Hugo Lamin explicou que a agência tem uma superintendência específica de fiscalização.

“Vivemos num ambiente em que são frequentes os fios emaranhados, com muitos cabos partidos, não necessariamente de energia elétrica”.

Assim, é necessário ver o que deve ser feito para resolver o problema. “Temos deficiências no compartilhamento de infraestrutura”, disse. “Os setores têm que atuar de forma conjunta”.

Desse modo, entre os pontos a observar estão a regularização da ocupação dos postes e o preço do compartilhamento dos pontos. “temos uma comissão de resolução de conflitos”.

Lamin destacou dois despachos da agência nessa direção: o 778 e o 779, ambos de 2018.  “O objetivo é regularizar a ocupação de 2.129 postes, num prazo de 90 dias”.

Superintendente de Competição da Anatel, Abraão Balbino e Silva encerrou o debate.

“Telecom é tão infraestrutura quanto energia e saneamento básico”, afirmou. “Vivemos num ecossistema complicado, com brigas constantes e interesses conflitantes”, disse. “Mas estamos num caminho de buscar soluções, de mais cooperação”.

Silva afirmou que há 170 processos sobre preço em andamento na agência, com 25 decididos em definitivo. “Não dá para pensar na pauta preço com um valor único para todo o Brasil”, disse. “Vamos apresentar nos próximos meses uma análise de impacto regulatório aos setores”.

 

 

 

jun 16

Infraestrutura de Redes na Fiesp – Divulgação TeleSíntese

Portal de Telecomunicações, Internet e TICs

 

INFRAESTRUTURA

REGULADORES E EMPRESAS DESCARTAM ÓRGÃO DEDICADO AO COMPARTILHAMENTO DE INFRAESTRUTURA

Aneel, Anatel, Abranet, Telcomp defendem saída de mercado para ocupação irregular dos postes. Anatel fala em definição de preço de referência para ocupação de dutos subterrâneos.

RAFAEL BUCCO — 13 DE JUNHO DE 2018

As disputas em torno da ocupação de postes e dutos parece muito longe de acabar no Brasil. Em encontro ocorrido hoje (13) na Fiesp, em São Paulo, representantes da Aneel, Anatel, e de entidades setoriais ofereceram relatos que mostram ser urgente uma solução. Mas que ela não está no horizonte próximo.

Tanto Aneel, quanto Anatel, que emitiram resoluções conjuntas, prometem ajustar as regras em voga em 2019. O processo de ajuste, como já anunciado na última semana, passa pela elaboração de uma análise de impacto regulatório (AIR) e por consultas públicas. Conforme Abraão Balbino, superintendente de competição da Anatel, a perspectiva é de que apenas em meados do próximo ano haverá um nova regulação, ou ajustes na atual, caso a AIR mostre tal necessidade.

Até lá, o cenário permanece inalterado. Os postes dos grandes centros urbanos seguirão sobrecarregados. As distribuidoras continuarão reclamando de falta de condições de fiscalizar, assim como provedores e operadoras vão disputar cada centímetro.

Muita fibra, poucos dutos

O crescimento das redes de dados está acontecendo de forma acelerada, sem que cidades tenham regras claras de ocupação dos espaços. Também são muitos os entrantes. Dados recentes da Anatel apontam que já existem no país 7,5 mil provedores de acesso. “Há ausência de colaboração e inércia dos agentes. Trocas de acusações e responsabilidades”, diz Balbino.

Ele vê com bons olhos os despachos recentes da Comissão de Arbitragem, criada por Aneel e Anatel, para mediar disputas envolvendo o uso de postes. Em abril, a comissão mandou Claro, Oi, TIM e Vivo limparem mais de 2 mil postes até julho. O prazo está correndo. Mas, segundo fonte ouvida pelo Tele.Síntese, dificilmente será atendido.

“A resolução para o problema é de longo prazo”, admite Balbino. Para ele, no futuro as agências precisarão rever as regras do jogo. Um ideia é dividir cidades em três categorias. Em duas dessas categorias, não há superocupação dos postes. Seriam pouco mais de 4 mil cidades nessa condição, nas quais distribuidoras e operadoras precisam respeitar um preço de referência. Nos grandes mercados, a demanda regularia o preço.

Além dos postes, os dutos subterrâneos também passariam a ter preço sugerido por regulação.”Grande parte dos dutos nessas localidades está com espaço. E Anatel e Aneel nunca pensaram em regular a infraestrutura subterrânea, apenas a aérea. Agora, a Anatel acha que seria possível definir R$ 150 como preço por quilômetro usado de duto. Valor próximo de postes, que é de R$ 120 por quilômetro”, afirma.

Perspectivas

Hugo Lamin, superintendente adjunto de regulação dos serviços de distribuição da Aneel concorda que falta muito para que o uso dos postes seja racionalizado. “O diagnóstico que temos é muito ruim. Tem solução, mas é demorada e cara”, admite. Com os despachos de abril, ele espera ver mudanças no comportamento das teles. Isso porque a Eletropaulo poderá cortar os cabos que não estejam adequados.

Como Balbino, ele também antevê um cenário em que cidades de diferentes portes e com infraestrutura distintas terão regulações específicas. Mas discorda no principal: a regulação de preço. Para Lamin, a Aneel deve optar por deixar o preço à mercê do mercado em cidades pequenas, e regular o preço em áreas muito densas.

Já Marcius Vitale, consultor especializado no assunto, é cético quanto a uma solução. Segundo ele, um conjunto de fatores resultaram na desorganização e sobrecarga dos postes. A busca por resultados financeiros, por parte das empresa, levou à precarização dos prestadores de serviços.

Parcela dos instaladores e das equipes de manutenção não têm o treinamento devido e está exposta a riscos devido à saturação dos postes. “Hoje os padrões não são seguidos. Ninguém se preocupa com o ser humano. A quantidade de operários morrendo em acidentes de trabalho é alarmante”, diz.

Longo prazo

Já para João Moura, da Telcomp, há solução, embora demorada. Ele reclama que as operadoras têm dificuldade em encontrar mão de obra especializada em manutenção de infraestrutura, o que atrasa os esforços para organização dos postes. Mas não vê como possível o uso apenas de dutos subterrâneos. Por isso, cobra a criação de algum instrumento legal que reserve dois pontos de fixação nos postes a operadoras independentes. “Além disso, donos de dutos só poderiam ter acesso aos postes onde houver espaço livre ou por sub compartilhamento”, cobra.

Ele também questiona a utilidade de uma comissão de conflitos. “Ficar batendo boca por preço não resolve. Não podemos depender de uma solução que se baseia em comissão de arbitragem de conflitos. Abre-se um processo ali e leva-se dois anos para resolver”, critica. Balbino concorda que há o risco de “enxugar gelo” na comissão. Mas defende que o ajuste dos preços é fundamental para regular a demanda pela infraestrutura.

Divisão estrutural, não

Seja qual for a solução, reguladores e empresas são unânimes em descartar o modelo inglês, em que há divisão estrutural. Nesse modelo, uma empresa é monopolista na infraestrutura de rede de acesso. Para Eduardo Parajo, da Abranet, isso deveria ter sido pensado na privatização do sistema Telebras, em 1998. Agora, após bilhões investidos, o mercado já está maduro para se autorregular. “O mercado busca soluções por ele mesmo, como o compartilhamento, que precisa ser mais completo e em regiões mais populosas”, observa.

Moura ressalta que as redes ainda são diversas. As empresas construíram infraestruturas diferentes, o que dificulta uma solução universal de compartilhamento. Por isso o espaço nos postes continuam essencial. Para Balbino, a separação estrutural criaria problemas de capacidade. “Teia escassez de infraestrutura, mas empreitadas menores, como foi feito no Porto Maravilha, funcionam. A conta tem que fechar, e só fecha em áreas de grande atratividade econômica”, lembra.

A solução também passa longe de um órgão governamental, dedicado apenas à regulação do preço e fiscalização do uso de postes. “Aumentaria a burocracia”, resume Parajo. Para Balbino, as distribuidoras elétrica poderiam, hoje, desempenhar o papel de coordenar a ocupação e fiscalizar o uso de seus postes.

jun 13

Workshop – Infraestrutura de Telecomunicações na FIESP – Legislação

 

Fiesp MMMMM

FIESP Workshop Infra Junho 2018

WORKSHOP DEBATE INFRAESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÕES NA FIESP

 

Evento reuniu especialistas do setor na manhã desta quarta-feira (13/06)

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

Foi realizado, na manhã desta quarta-feira (13/06), na sede da Fiesp, em São Paulo, o Workshop “Telecomunicações – “Infraestrutura Urbana de Telecomunicações: Legislação”. Organizado pelo Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da federação, o evento reuniu especialistas para debater os principais problemas do setor no país.

O workshop foi aberto pelo diretor de Telecomunicações do Deinfra, Helcio Binelli, que repassou os principais pontos da discussão, destacando que “soluções técnicas existem”, mas são acompanhadas do desperdício de recursos. “Precisamos ver o que está mudando e o que ainda vai mudar”, afirmou.

Engenheiro e CEO da Vitale Consultoria, Marcius Vitale destacou que as “autoestradas das comunicações estão cheias de buracos”. “Identificamos 90 pontos impactantes em jogo no setor”, disse. “Hoje os padrões não são seguidos”.

Para Vitale, não existe um planejamento integrado e o subsolo urbano está “congestionado”. “O ideal seria usar as galerias compartilhadas, mesmo sendo mais caro”, explicou. “Como fazemos hoje, estamos condenando a ocupação futura do subsolo”.

Outro ponto destacado pelo engenheiro foi a Inexistência de treinamento da mão de obra no setor de telecomunicações. “Com a terceirização e até a quarteirização, vemos cenas de profissionais trabalhando no meio da rua sem sinalização, expostos a todos os tipos de riscos”, disse.

O presidente da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp), João Moura, foi outro convidado do evento.

De acordo com ele, as redes aéreas estão desordenadas em todo o país, há muitos anos. “Soluções individuais não resolvem”, afirmou. “O reordenamento exige uma solução abrangente e não apenas iniciativas pontuais por parte de cada operadora”.

Nesse contexto, as operadoras precisam garantir espaço para as ocupações atuais e evitar cortes abruptos. “É necessário ainda regularizar as redes com sub compartilhamentos, reduzir riscos de incidentes e interrupções, realizar obras em ritmo viável e previsível, resolver a questão de preços assegurando isonomia entre os ocupantes, entre outros pontos”.

Assim, entre os pontos de atenção para a regulamentação, conforme Moura, estão: ter isonomia e transparência de preços contratados e assegurar ao menos dois pontos para uso compartilhado de operadoras independentes de grandes grupos. “As regras de sub compartilhamento de pontos devem ser claras e diretas, sem depender da vontade do detentor original”, disse.

Diretor presidente da Associação Brasileira de Internet (Abranet), Eduardo Parajo reforçou a urgência de “unir esforços”. “Precisamos tomar cuidado apenas com o aspecto da concorrência, não podemos engessar essa parte”, disse.

E isso sem a criação de novas regulações. “Talvez um ajuste aqui e outro ali”, disse. “As operadoras não sabem que é possível fazer o sub compartilhamento, por exemplo. O mercado já é extremamente regulado”.

Mais de 2 mil postes

Superintendente adjunto de Regulação dos Serviços de Distribuição da Aneel, Hugo Lamin explicou que a agência tem uma superintendência específica de fiscalização.

“Vivemos num ambiente em que são frequentes os fios emaranhados, com muitos cabos partidos, não necessariamente de energia elétrica”.

Assim, é necessário ver o que deve ser feito para resolver o problema. “Temos deficiências no compartilhamento de infraestrutura”, disse. “Os setores têm que atuar de forma conjunta”.

Desse modo, entre os pontos a observar estão a regularização da ocupação dos postes e o preço do compartilhamento dos pontos. “temos uma comissão de resolução de conflitos”.

Lamin destacou dois despachos da agência nessa direção: o 778 e o 779, ambos de 2018.  “O objetivo é regularizar a ocupação de 2.129 postes, num prazo de 90 dias”.

Superintendente de Competição da Anatel, Abraão Balbino e Silva encerrou o debate.

“Telecom é tão infraestrutura quanto energia e saneamento básico”, afirmou. “Vivemos num ecossistema complicado, com brigas constantes e interesses conflitantes”, disse. “Mas estamos num caminho de buscar soluções, de mais cooperação”.

Silva afirmou que há 170 processos sobre preço em andamento na agência, com 25 decididos em definitivo. “Não dá para pensar na pauta preço com um valor único para todo o Brasil”, disse. “Vamos apresentar nos próximos meses uma análise de impacto regulatório aos setores”.

 

 

jun 11

WORKSHOP TELECOMUNICAÇÕES na FIESP

O emaranhado de fios nos postes dos grandes centros é preocupante. A grande quantidade de cabos, fixados de forma desordenada e em desrespeito às normas técnicas existentes, impacta diretamente a qualidade dos serviços prestados, a segurança dos cidadãos e a estética urbana. O workshop abordará a aplicação das normas das agências reguladoras e apresentará o que deve ser feito pelos ocupantes dos postes para a correção das irregularidades. Participe!

das 09h00 às 12h30

*PROGRAMAÇÃO

Moderador: Helcio Binelli, Diretor de Telecomunicações do Departamento de Infraestrutura da FIESP

Palestrantes:

Marcius Vitale, Consultor e Coordenador do Grupo de Infraestrutura do SEESP, Presidente da Adinatel e CEO da Vitale Consultoria

Hugo Lamin, Superintendente Adjunto de Regulação dos Serviços de Distribuição da ANEEL

Abraão Balbino e Silva, Superintendente de Competição da ANATEL

Eduardo Fumes Parajo, Diretor-Presidente da Associação Brasileira de Internet (ABRANET)

João Moura, Presidente Executivo da Telcomp

jun 11

Palestra de Infraestrutura de Redes na FIESP – ABRANET

Debate: Compartilhamento de Postes em Workshop na Fiesp
 
Presidente da Adinatel Marcius Vitale irá apresentar a palestra com o tema:
Infraestrutura Urbana – Ainda tem Solução?
Divulgação do evento no portal da Abranet
 
Por: Redação Abranet – 08/06/2018
 
O presidente da Associação Brasileira de Internet (Abranet), Eduardo Fumes Parajo, integra, na próxima quarta-feira (13/6), painel no workshop sobre infraestrutura urbana de telecomunicações que será realizado na FIESP.
 
A principal questão a ser abordada no evento é uma resolução para a grande quantidade de cabos, fixados de forma desordenada e em desrespeito às normas técnicas existentes, impacta diretamente a qualidade dos serviços prestados, a segurança dos cidadãos e a estética urbana. Também será abordada a Resolução 797 da Aneel de 12 de dezembro de 2017.
 
A Resolução trata do compartilhamento da capacidade excedente da infraestrutura disponibilizada pelas companhias de energia, observando o Plano de Ocupação, as Normas Técnicas e Regulamentos aplicáveis a esta Resolução e os Regulamentos Conjuntos entre as Agências Reguladoras dos setores envolvidos.
 
Os painelistas serão Hélcio Binelli, diretor de telecomunicações do departamento de infraestrutura da FIESP (moderador), Marcius Vitale, consultor e coordenador do grupo de infraestrutura do SEESP, presidente da Adinatel e CEO da Vitale Consultoria; Carlos Alberto Calixto Mattar, superintendente de regulação dos serviços de distribuição SRD da ANEEL; Abraão Balbino e Silva, superintendente de competição da Anatel; Eduardo Fumes Parajo, diretor-presidente da Abranet, e João Moura, presidente-executivo da Telcomp.
 
O workshop abordará a aplicação das normas das agências reguladoras e apresentará o que deve ser feito pelos ocupantes dos postes para a correção das irregularidades. O evento começa às 9h do dia 13 de junho. A inscrição é gratuita e deve ser feita pelo site: https://apps.fiesp.com.br/sce2/InscricaoExterno/InscricaoExterna/Inscricao/5560?cs=6

Posts mais antigos «