jul 14

Evento sobre Infraestrutura Urbana – SEESP – Julho 2017

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Engenheiro Carlos Kirchner, Doutor Aloisio Pereira Silva,

Engenheiro Marcius Vitale, Engenheiro Álvaro Martins

Evento sobre Ordenamento da Infraestrutura Urbana, realizado no SEESP – Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo, no dia 13 de julho de 2017, promovido pela Coordenação do Grupo de Infraestrutura do SEESP/FNE.

Na oportunidade, o Doutor Aloisio Pereira Silva apresentou o tema INFRAVIAS criado por ele, o qual propõe o planejamento integrado dos diversos serviços ofertados aos usuários de forma ordenada, eliminando o caos detectado na Infraestrutura Urbana de inúmeras cidades brasileiras.

Presentes ao evento: SEESP, ARSESP/COE, Secretaria de Obras da Cidade de São Paulo – CONVIAS, SEESP, empresas convidadas.

jul 07

Telecom Happy Hour

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Na próxima semana nossos tradicionais encontros serão reiniciados.
A oportunidade é ótima para rever amigos, realizar networking, fechar parcerias, além de curtir uma boa música e degustar comidas de boteco.
Jazz, Rock, Pop e outros estilos musicais ficam por conta da Banda Marcius Vitale Jazz Trio, com participação especial do músico Marcos Neves.
Venha curtir conosco no melhor local de Moema, São Paulo, Rooftop do Slaviero Hotel localizado na Avenida Rouxinol 57.

jul 01

Grupo de Infraestrutura de Redes do SEESP

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21/06/2017

SEESP cria grupo para atuar em redes de telecomunicações

Com o intuito de colaborar com a melhoria da infraestrutura de redes de telecomunicações no País, que encontra em estado deplorável, o SEESP – Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo, no âmbito do Conselho Assessor de Comunicação e Telecomunicações do seu Conselho Tecnológico, criou o Grupo de Trabalho de Infraestrutura de Redes cujo foco principal é estabelecer procedimentos e normas a serem seguidos pelas diversas empresas que operam no setor.

Poste e fios 850
O trabalho do grupo, que pretende levar as propostas e soluções para todo o território nacional, conta com o apoio e incentivo do engenheiro Murilo Pinheiro, presidente do SEESP e da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), bem como do engenheiro José Roberto Cardoso, coordenador do Conselho. Ambos acompanham todo o desenvolvimento dos trabalhos no seu dia a dia.

No Brasil, cerca de seis mil provedores de internet utilizam os postes das concessionárias para lançarem cabos de fibras ópticas. Na maioria das vezes por problemas de super lotação de cabos nas estruturas, os projetos de compartilhamento não são aprovados pelas elétricas.

“Não é possível convivermos mais com esta situação caótica da nossa infraestrutura”, afirma o engenheiro e consultor Marcius Vitale, coordenador do Grupo de Trabalho de Infraestrutura de Rede do SEESP.

“Fica evidente que com o aumento da demanda por banda larga, observamos uma queda acentuada na qualidade dos serviços ofertados aos usuários, situação esta que tende a piorar se ações contundentes não forem praticadas pelos diversos atores envolvidos no processo”, continua Vitale.

Com objetivos convergentes, a Agência Reguladora de Saneamento e Energia no Estado de São Paulo (Arsesp), por meio do Conselho de Orientação de Energia (COE), em conjunto com as distribuidoras de energia elétrica com atuação no estado de São Paulo, produziram um diagnóstico do problema, que foi complementado pelo sindicato, que elaborou um “Laudo Técnico de Engenharia”, que foi remetido às agências reguladoras Aneel (de energia) e Anatel (e de telecomunicações), bem como para alguns órgãos públicos, com responsabilidade regulatória desse assunto.

Considerando que equacionar esse grave problema técnico-regulatório se insere de forma complementar no projeto que vem sendo desenvolvido pela Prefeitura do Município de São Paulo, que objetiva o estabelecimento de uma política pública de enterramento dos fios e cabos de energia elétrica e de comunicações, o Grupo de Trabalho julgou oportuno estabelecer um posicionamento convergente do COE/Arsesp e do SEESP, com as ações que estão sendo realizadas pela prefeitura, e enviá-lo para o Secretário Municipal de Serviços e Obras de São Paulo, Marcos Penido.

A documentação preparada pelo Grupo de Trabalho poderá servir de base para a execução de projetos e obras de remanejamento das redes aéreas para o subterrâneo nas cidades brasileiras dentro das boas práticas de engenharia.

Pela longa experiência e competência dos integrantes do Grupo de Trabalho de Infraestrutura de Rede, em breve um padrão de projeto será disponibilizado, com o estabelecimento de novas diretrizes técnicas e de procedimentos operacionais e de fiscalização, para propiciar a regularização progressiva sobre o compartilhamento da infraestrutura de postes, fios e cabos na via pública.

Cada entidade do setor está sendo convidada para propor e opinar sobre o conteúdo técnico a ser inserido no documento, ainda em fase de elaboração, cujo resultado deverá facilitar a implantação de novas redes, assim como, a correção do que foi implantado de forma desordenada.

Comunicação SEESP
(publicado por Deborah Moreira)

jun 02

Infraestrutura de Redes na ABRINT 2017

 

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Palestra apresentada pelo Engenheiro Consultor Marcius Vitale no evento ABRINT 2017,  maior encontro de Provedores de Internet da América, realizada em São Paulo no dia 31 de maio de 2017.

A palestra ressaltou a responsabilidade das distribuidoras pelo acompanhamento e fiscalização da ocupação dos pontos de fixação das redes na postergação das concessionárias brasileiras, assim como a responsabilidade das telecom pelas adequações na ocupação dos postes.

Também a necessidade das distribuidoras manterem cadastro atualizado da ocupação dos pontos de fixação (contendo a capacidade excedente, condições para compartilhamento, informações técnicas da infraestrutura, preços e prazos), bem como a necessidade de disponibilização do referido cadastro em sistema eletrônico, na forma de oferta publica.

Dezenas de imagens da situação caótica das redes foram mostradas, o que causou surpresa aos presentes.

A palestra atingiu plenamente seu objetivo, que foi o de levar informações técnicas e dicas que podem ser aplicadas pelos Provedores nas suas redes.

maio 05

Infraestrutura de Redes

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Infraestrutura de Redes de Telecomunicações

Engenheiro Marcius Vitale foi empossado como Coordenador do Grupo de Trabalho de Infraestrutura de Redes do SEESP – Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo.
O Grupo de Trabalho convidará todas as entidades envolvidas no processo, para um amplo debate visando a formatação de propostas, que possibilitem a eliminação do caos verificado nas redes aéreas e subterrâneas de telecomunicações.
Na foto: Marcelo Zuffo, António Valentin Hernandes, Carlos Augusto Kirchner, Álvaro Oliveira, Francisco Dantas, Marcius Vitale e Marcondes de Oliveira Buarque.

abr 07

Redes Caóticas – Reportagem dada a TV do SEESP

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Reportagem em vídeo, a qual aborda o assunto Redes Caóticas.
O conteúdo foi veiculado na TV aberta, assim como na TV do SEESP – Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo.
O SEESP e a FNE (Federação Nacional dos Engenheiros), recentemente criaram um Grupo de Trabalho para tratar desse importante assunto.
Acessem o link abaixo, no qual consta meu depoimento.
Abraços
Marcius Vitale

mar 22

Entrevista concedida pelo Engenheiro Marcius Vitale para o Jornal do Engenheiro do SEESP

 

Como está a área de telecomunicações no País para o engenheiro 

 

O engenheiro e consultor Marcius Vitale é dono de um vasto currículo em telecomunicações. Atuou como gestor e diretor em empresas do Sistema Telebras, nos segmentos de planejamento, projetos, implantação, operação, manutenção, equipamentos e sistemas. Nesta entrevista ao Jornal do Engenheiro, ele dá algumas dicas sobre o setor e como o profissional deve se preparar para alcançar destaque e consolidar carreira.

 

Foto: Jéssica Silva

Marcius editadaApesar do desaquecimento da economia do País, Vitale acredita que setor de
telecomunicação terá demanda boa por profissionais nos próximos meses

Quais são os segmentos em alta na área de telecomunicações?
Marcius Vitale – Com a evolução de sistemas integrados e que devem se comunicar, novas especializações são sempre requisitadas ao profissional que os mantém, planeja, projeta, implanta e opera. Alguns setores estão em alta e demandam mão de obra capacitada. São eles: transmissão, backbones com cabos ópticos, DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing, na sigla em inglês, que significa multiplexação densa por comprimento de onda), transferência de dados, 3G, 4G, redes IP etc..
Quais as habilidades necessárias a esse profissional?
Marcius Vitale – Além de exigências técnicas e proficiência em uma língua estrangeira – saber inglês é condição sine qua non –, também é mister que o profissional seja multitarefa, com conhecimento em várias tecnologias. Fazer mais com menos é uma premissa que deve ser perseguida por todos da área, otimizando a produtividade, diminuindo custos e agindo sempre sob a ética da preservação de sua identidade profissional, da sociedade e do meio ambiente.
Como está o mercado de trabalho atualmente no País?
Marcius Vitale – Está fraco, em função da falta de investimentos no setor. Por outro lado, creio que muito deverá ser feito para corrigir as falhas detectadas no que está implantado. Como exemplo, cito a situação precária das nossas redes de cabos ópticos e metálicos instalados em todo o País, assim como as péssimas condições de nossa infraestrutura subterrânea, construída sem nenhum planejamento conjunto entre as empresas que exploram serviços públicos, o que tem ocasionado problemas e elevadíssimos custos para a manutenção das tais redes.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP

mar 22

Palestra – Caos na Infraestrutura afeta diretamente a qualidade da banda larga

31/05/2016

Caos na infraestrutura afeta diretamente qualidade da banda larga

É caótica a situação atual da infraestrutura da banda larga no Brasil. Não há planejamento integrado entre as diversas estruturas de redes de telecomunicações, obras são feitas aleatoriamente resultando em um subterrâneo totalmente congestionado, com cabeamentos fora dos padrões. De acordo com o consultor Marcius Vitale, esse é o retrato nas grandes cidades e que dificulta a implementação de mais cabos de fibra ótica para melhorar o sinal da internet. Além disso, o que já está vem sendo implantado está sendo feito de maneira errada, com curvaturas e emendas que afetam diretamente na qualidade da banda que passa pelos cabos.

Foto: Beatriz Arruda/Imprensa SEESP
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Além de ser um trabalho que requer alto investimento, demanda treinamento adequado e integração entre as redes, uma vez que não há mais espaço para remanejamento do aéreo para o subterrâneo.

“Fico apavorado como nada que está sendo feito, está sendo feito de maneira a melhorar o cenário. Aliás, esta piorando a olhos vistos. Sai governo, entra governo, e continua se deteriorando. Me preocupa é que se lança satélite, cabo ótico submarino, que é importante, sem dúvida, mas não está se dando atenção ao que chamo de câncer, que é a situação atual da estrutura de rede, que vem sendo mal implantada há anos”, afirmou Vitale, durante o debate “Banda Larga versus Infraestrutura Nacional Precária”, promovido pelo Conselho Assessor de Comunicação e Telecomunicação do Conselho Tecnológico do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP), na quarta-feira (25/5).

O engenheiro eletricista, especialista em telecomunicações, vem colecionando há anos fotos que faz de serviços mal feitos, verdadeiros flagrantes do descaso das concessionárias e empresas terceirizadas que atuam no setor. Ao som da música “Brasil”, do cantor e compositor Cazuza, ele exibiu parte de sua coleção de registros que chamou de “circo dos horrores”.

Ainda de acordo com sua avaliação, todas as fases de um projeto de engenharia não estão sendo respeitadas: treinamento, planejamento, projeto, especificação de material, implantação, fiscalização e desempenho em campo para acompanhar a eficiência da rede.

“O que temos hoje é treinamento da mão de obra inexistente, planejamento falho, projetos ruins, especificação de materiais fraca, implantação deficiente ou péssima, fiscalização inexistente, manutenção sofrível, desempenho de produto inexistente, e segurança pífia, a norma NR 10 totalmente esquecida”, lamenta Vitale, lembrando que tudo isso afeta diretamente a qualidade dos serviços prestados pelas operadoras e provedores de internet. “Um provedor que tem direito a passar um cabo também não consegue fazer devido a essa balbúrdia”, completou.

Ao ser questionado sobre qual a solução para a qualidade da banda larga, cujo consumo vem crescendo vertiginosamente nos últimos anos, Vitale enfatizou que a única solução é a instalação dos cabos de fibra ótica e que é preciso uma revisão sobre tudo o que vem sendo feito, além do compartilhamento da infraestrutura, já previsto em resoluções existentes como da Aneel. Ele lembrou que em países desenvolvidos as empresas e concessionárias dividem galerias subterrâneas e até mesmo dutos antigos, que não são mais usados, de empresas do setor elétrico, por exemplo, que podem ser cedidos para novos cabeamentos. E tudo feito de forma supervisionada.

“O que vai por cima, 2G, 3G, 4G, satélite, tem limitação. Isso se chama espectro de frequência, que tem um limite, com bandas separadas. Por mais que você queira digitalizar e criar novos espectros, é algo finito. A única formas de se fazer esse tráfego ser infinito ou que fique extraordinariamente grande é a fibra ótica. A transmissão de sinal de luz permite que, se for bem construído, permite a transmissão de grandes faixas, grandes bandas. É como ter uma Rodovia dos Bandeirantes no lugar de uma estrada de terra”, explicou.

Privatização
Ele também lembrou que apesar de muito dos problemas já estar no subsolo, em cidades menores (e também em grandes), a situação nos postes de energia não é diferente. Ele diz que depois do fim do sistema Telebrás, com a privatização na década de 1990, os processos de padronagem não continuaram sendo respeitados. “Anteriormente à privatização quando tinha a Telebras, tínhamos os padrões. Existiam problemas, mas havia um padrão técnico que era cumprido. Agora, além da poluição visual devido ao excesso de fios, falta segurança para os técnicos trabalharem”, lembrou.

A terceirização das empresas que realizam esses serviços também foi lembrada pelos presentes, lembrando que vem aumentando o número de acidentes e mortes no trabalho.

Marcelo Zuffo, professor do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos da Escola Politécnica da USP, que coordenou a atividade, lembrou que o projeto da privatização era bom, dentro de uma lógica do capital, mas que o papel do estado, de regular os investimentos em infraestrutura, não foi cumprido. “Demos uma guinada muito liberal na época e criou-se essa situação de total desrespeito com relação à infraestrutura, e isso ocorre em todos os setores que foram privatizados. Todos estão ruins”, avaliou Zuffo.

Outro ponto colocado pelo professor da Poli é o papel que o engenheiro deve desempenhar na sociedade, de ver algo que não está bom e que ele comunique a alguma autoridade competente, como o Ministério Público. Como ferramenta, ele sugere que os profissionais utilizem Anotação de Responsabilidade Técnica (ARTs) – concedidas aos engenheiros e arquitetos por meio dos CREAs.

“Houve um ‘despoder’ dos engenheiros. E não só no setor público, mas profissionais de multinacionais também se queixam afirmando que empresas viraram financeiras, que um advogado ou contabilista tem maior importância do que um engenheiro”, observou Zuffo, que sugeriu, juntamente com todos presentes, a criação de um grupo e trabalho para preparar uma proposta de um projeto estruturante para o setor.

Em sua fala de abertura da atividade, Zuffo também fez duras críticas a junção do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com o Ministério das Comunicações (MC). Confira aqui.

Deborah Moreira
Imprensa SEESP

fev 18

ADINATEL presente no SEESP – Reunião do Conselho Tecnológico

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 Engenheiro Celso Renato – Diretor SEESP / Engenheiro Murilo Celso de Campos – Presidente do SEESP/FNE / Engenheiro Marcius Vitale – Presidente da Adinatel 

Reunião do Comitê Gestor (CG) do Conselho Tecnológico (CT) do SEESP – Fevereiro de 2017

Dentre os assuntos tratados, dois temas foram apresentados: Bens Reversíveis e Situação da Infraestrutura de Redes no Brasil.

O Engenheiro Marcius Vitale detalhou aos presentes, um Plano de Ação a ser implementado pelo SEESP, o qual prevê o ordenamento da Infraestrutura de redes no país.

O assunto Infraestrutura de Redes é importantíssimo, para a melhoria da Qualidade de Banda Larga no Brasil.

dez 29

Fazendinha do Papai Noel

 

Imagem do Papai Noel Brasil, criada pela Agência Digital – Vitaleweb gentilmente cedida para a Casa de São Rafael de Apoio ao Paciente com Câncer, localizada em Pouso Alegre –  Minas Gerais

 

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