{"id":2872,"date":"2020-10-28T23:25:52","date_gmt":"2020-10-28T23:25:52","guid":{"rendered":"http:\/\/marciusvitale.com.br\/?p=2872"},"modified":"2020-10-28T23:28:04","modified_gmt":"2020-10-28T23:28:04","slug":"semana-ftth-meeting-seguranca-no-trabalho-infraestrutura-de-telecomunicacoes","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/marciusvitale.com.br\/?p=2872","title":{"rendered":"Semana FTTH Meeting &#8211;  Seguran\u00e7a no Trabalho &#8211; Infraestrutura de Telecomunica\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<h1>Instala\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de redes de telecom \u00e9 cada vez mais letal<\/h1>\n\n\n\n<p><em><strong>Rodrigo Concei\u00e7\u00e3o Santos (InfraDigital*) \u2013 27.10.2020 <\/strong>&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:center\"><strong><em>Conhecimento e obedi\u00eancia \u00e0s principais normas regulamentadoras para seguran\u00e7a do trabalho podem salvar vidas e reduzir<\/em><\/strong><strong><em> preju\u00edzos aos provedores de telecomunica\u00e7\u00f5es, mostra o consultor Marcius Vitale.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><a href=\"http:\/\/infraroi.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/fios-poste.jpg\"><img src=\"http:\/\/infraroi.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/fios-poste.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-20044\"\/><\/a><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>As instala\u00e7\u00f5es e manuten\u00e7\u00f5es de redes de telecomunica\u00e7\u00f5es s\u00e3o cada vez mais perigosas, custosas e letais. \u00c9 o que mostra o engenheiro Marcius Vitale. Ele \u00e9 consultor especializado em infraestrutura de redes de telecomunica\u00e7\u00f5es, preside a Associa\u00e7\u00e3o dos Diplomados do Inatel (Adinatel) e coordena o grupo de infraestrutura de telecomunica\u00e7\u00f5es do Sindicato dos engenheiros do Estado de S\u00e3o Paulo (Seesp). O consultor coordena pesquisas e estudos sobre o ordenamento das redes a\u00e9reas e subterr\u00e2neas de telecomunica\u00e7\u00f5es no Brasil e um dos temas-foco de suas aplica\u00e7\u00f5es \u00e9 a normatiza\u00e7\u00e3o para seguran\u00e7a do trabalho dos profissionais de campo de telecomunica\u00e7\u00f5es. O especialista dedicou o assunto aos provedores de servi\u00e7os de internet (ISPs) durante palestra realizada na 5\u00aa edi\u00e7\u00e3o virtual do&nbsp;<a href=\"https:\/\/ftthmeeting.com.br\/\">FTTH Meeting<\/a>, na semana passada.<\/p>\n\n\n\n<p>A incid\u00eancia de quedas, asfixiamentos, choques el\u00e9tricos e outros tipos de acidentes para os profissionais de redes de telecomunica\u00e7\u00f5es \u00e9 consequ\u00eancia do crescimento desse mercado, mas devem ser combatidas, segundo Vitale. Ele contextualiza que a maior demanda por conectividade exigiu igualmente uma quantidade maior de redes em postes, instaladas pelos cerca de 12 mil ISPs que atuam no Brasil. \u201cEsse cen\u00e1rio, de v\u00e1rias redes, \u00e9 relativamente novo e \u00e9 por ele que come\u00e7amos a entender a necessidade de uma atua\u00e7\u00e3o mais efetiva por parte dos gestores para reduzir os riscos de acidentes\u201d, diz, ao mostrar uma imagem com emaranhado de cabos de telecomunica\u00e7\u00f5es pendurados em um poste.<\/p>\n\n\n\n<p>O especialista resgata o hist\u00f3rico do setor desde a cria\u00e7\u00e3o da antiga Telebr\u00e1s, em 1972, como holding estatal que controlava as empresas operadoras estaduais de telecomunica\u00e7\u00f5es e que foi posteriormente privatizada, em 1988. A partir da privatiza\u00e7\u00e3o, abriu-se caminho para a instala\u00e7\u00e3o de novas redes, mas as normatiza\u00e7\u00f5es e a fiscaliza\u00e7\u00e3o sobre elas n\u00e3o avan\u00e7aram na mesma velocidade, resultando no cen\u00e1rio desorganizado que temos hoje.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Risco de morte por choques el\u00e9tricos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A faixa destinada pelas el\u00e9tricas para as redes de telecomunica\u00e7\u00f5es (de 500 mm por poste) \u00e9 insuficiente para a instala\u00e7\u00e3o segura de um n\u00famero acima do normal de cabos e\/ou emendas. Isto fez com que muitos provedores instalem suas redes fora das especifica\u00e7\u00f5es. \u201cNos velhos tempos, antes da privatiza\u00e7\u00e3o, havia a rede da distribuidora de energia e apenas uma rede da empresa de telefonia que atuava no estado, agregando depois a rede de TV a cabo. Al\u00e9m disso, a gest\u00e3o era centralizada. Est\u00e1vamos em um ambiente infinitamente mais f\u00e1cil de controlar\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>Era permitido que apenas um cabo met\u00e1lico de at\u00e9 200 pares da operadora estadual de telecomunica\u00e7\u00f5es fosse instalado na rede a\u00e9rea. Al\u00e9m disso, os projetos das redes de telecomunica\u00e7\u00f5es eram desenvolvidos pelas pr\u00f3prias operadoras estaduais e aprovados pelas el\u00e9tricas. \u201cA gest\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o tanto das el\u00e9tricas como das operadoras de telefonia era mais atuante. Est\u00e1vamos trabalhando, portanto, em um ambiente controlado e com pouca ocupa\u00e7\u00e3o dos postes\u201d, adianta.<\/p>\n\n\n\n<p>A pulveriza\u00e7\u00e3o do mercado nos \u00faltimos anos resultou em cen\u00e1rio inverso, com redes densas e grande n\u00famero de cabos \u00f3pticos e met\u00e1licos dependurados, grudados uns aos outros, ultrapassando o limite determinado pelas el\u00e9tricas e chegando, muitas vezes, pr\u00f3ximos \u00e0 rede prim\u00e1ria de distribui\u00e7\u00e3o de energia e transformadores. \u201cO desrespeito ao distanciamento correto entre os cabos de energia e de telecom \u00e9 um facilitador para a ocorr\u00eancia de acidente com consequ\u00eancia danosa\u201d, pontua Vitale.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2019, quase setecentas pessoas morreram em decorr\u00eancia de choque el\u00e9trico no Brasil. Entre elas estavam uma vasta gama de profissionais, curiosos, transeuntes, eletricistas e tamb\u00e9m t\u00e9cnicos da \u00e1rea de telecomunica\u00e7\u00f5es. Os dados s\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Conscientiza\u00e7\u00e3o para os Perigos da Eletricidade (Abracopel) e chamam aten\u00e7\u00e3o pelo alto \u00edndice de letalidade: do total de 909 acidentes el\u00e9tricos registrados no ano, 697 resultaram em morte (letalidade de 76,6%). \u201cForam vidas que perdemos para atitudes imprudentes e que, infelizmente, continuamos a ver repetidamente nas cidades\u201d, diz Vitale.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele se refere a t\u00e9cnicos do setor de telecom que apoiam a escada nos postes e nos cabos entre os v\u00e3os dos postes, ou mesmo aqueles que trabalham sem equipamentos de prote\u00e7\u00e3o individual e coletivo. \u201cA preven\u00e7\u00e3o desses casos \u00e9 regida pela Norma Regulamentadora 10 (NR-10), que trata de seguran\u00e7a em instala\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os em eletricidade\u201d, diz Vitale. \u201cE isto vale para todos que interagem direta ou indiretamente com instala\u00e7\u00f5es el\u00e9tricas e servi\u00e7os de eletricidade, seja nas fases de gera\u00e7\u00e3o, transmiss\u00e3o, distribui\u00e7\u00e3o ou consumo, incluindo as etapas de projeto, constru\u00e7\u00e3o, montagem, opera\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es el\u00e9tricas\u201d, salienta.<\/p>\n\n\n\n<p>Em detalhes, o especialista explica aos provedores de telecomunica\u00e7\u00f5es o que deve ser observado, descrevendo os efeitos estimados da eletricidade no corpo humano. \u201cUm choque de 1 mA \u00e9 apenas percept\u00edvel, mas com 10 mA j\u00e1 agarra a m\u00e3o da pessoa. A carga m\u00e1xima toler\u00e1vel ao ser humano \u00e9 de 16 mA, sendo que um choque de 20 mA j\u00e1 causa parada respirat\u00f3ria, 100 mA incorre em ataque card\u00edaco e 2 Amperes em parada card\u00edaca\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quedas tamb\u00e9m causam acidentes graves<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os choques el\u00e9tricos n\u00e3o s\u00e3o os \u00fanicos causadores de acidentes graves aos profissionais de telecomunica\u00e7\u00f5es. Embora n\u00e3o haja n\u00fameros consolidados no Brasil, quedas de trabalho em altura e asfixia em trabalho no subterr\u00e2neo s\u00e3o outros pontos de aten\u00e7\u00e3o a esses trabalhadores. \u201cA NR 35 (Trabalho em Altura) estabelece as regras de seguran\u00e7a para esse tipo de atividade a partir de 2 metros. E \u00e9 obrigat\u00f3ria a observ\u00e2ncia e cumprimento das suas especifica\u00e7\u00f5es\u201d, diz Vitale.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ele, as quedas s\u00e3o frequentemente motivadas por falhas no escoramento das escadas nos postes ou v\u00e3o entre postes, al\u00e9m de aus\u00eancia de sinaliza\u00e7\u00e3o correta para o tr\u00e2nsito e a falta de equipamentos de prote\u00e7\u00e3o individual (EPI) e coletivo (EPC). \u201cA n\u00e3o obedi\u00eancia a essa e a outras normas \u00e9 pass\u00edvel de responsabilidades jur\u00eddicas, tanto na esfera civil como na trabalhista, na previdenci\u00e1ria e at\u00e9 na criminal\u201d, diz ele. \u201cAl\u00e9m disso, caber\u00e3o sans\u00f5es por parte da distribuidora de energia, pois muitas estabelecem em contrato que toda e qualquer instala\u00e7\u00e3o a ser executada pela ocupante dos postes dever\u00e1 ser feita por t\u00e9cnicos devidamente treinados, qualificados e equipados, ficando a ocupante respons\u00e1vel por qualquer risco aos seus funcion\u00e1rios ou a terceiros\u201d, completa.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos contratos de compartilhamento de poste tamb\u00e9m s\u00e3o estabelecidos pagamentos de indeniza\u00e7\u00f5es, danos morais ou materiais no caso de neglig\u00eancia ou inobserv\u00e2ncia das normas vigentes para seguran\u00e7a e sa\u00fade do trabalho. \u201cPortanto, n\u00e3o \u00e9 op\u00e7\u00e3o e sim obriga\u00e7\u00e3o conhecer e seguir as normas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da NR-10, sobre servi\u00e7os el\u00e9tricos, e da NR-35, para trabalhos em altura, Vitale ressalta a NR-03, que rege sobre embargos ou interdi\u00e7\u00e3o de obras. \u201cIsso pode representar grandes preju\u00edzos para os provedores de telecomunica\u00e7\u00f5es\u201d, adianta. Ele explica que o embargo pode ser a paralisa\u00e7\u00e3o total ou parcial e considera-se como obra todo e qualquer servi\u00e7o de engenharia, seja na constru\u00e7\u00e3o, na reforma, montagem instala\u00e7\u00e3o ou manuten\u00e7\u00e3o de estruturas. \u201cNesses dois \u00faltimos tipos de servi\u00e7o est\u00e3o claramente enquadradas as manuten\u00e7\u00f5es e instala\u00e7\u00f5es de redes de telecomunica\u00e7\u00f5es\u201d, segundo Vitale.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ratos, passarinhos e baratas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Com mais de cinco d\u00e9cadas de carreira, Marcius Vitale usa exemplos do passado para contextualizar os perigos das opera\u00e7\u00f5es atuais de telecomunica\u00e7\u00f5es. As instala\u00e7\u00f5es e manuten\u00e7\u00f5es de redes em caixas subterr\u00e2neas est\u00e3o nesse paradoxo: \u201cEmbora a maioria dos provedores ainda n\u00e3o esteja trabalhando em caixa subterr\u00e2nea, \u00e9 necess\u00e1rio entender a NR-33 (Espa\u00e7os Confinados), pois cedo ou tarde os avan\u00e7os no compartilhamento de redes e outras demandas de instala\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o exigir\u00e1 a atua\u00e7\u00e3o dessas empresas neste tipo de ambiente\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>No subsolo, os profissionais est\u00e3o sujeitos a gases nocivos presentes no interior da caixa subterr\u00e2nea, \u201cCostumo ver servi\u00e7os de manuten\u00e7\u00e3o de redes nos quais os t\u00e9cnicos simplesmente abrem o tamp\u00e3o da caixa subterr\u00e2nea, p\u00f5e a escada e descem, sem fazer qualquer teste para identificar a presen\u00e7a de g\u00e1s combust\u00edvel e outros perigos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A morte por asfixiamento \u00e9 uma das causas de acidentes mais comuns em ambientes subterr\u00e2neos, pois o g\u00e1s l\u00e1 presente \u00e9 inodoro (sem cheiro), diferente de outros gases, como o de cozinha (GLP), ativado com subst\u00e2ncias para que sintamos o odor. \u201cPortanto, \u00e9 muito perigoso, pois n\u00e3o h\u00e1 aviso: o profissional ao adentrar no ambiente confinado, silenciosamente pode perder os sentidos com enorme possibilidade de vir a \u00f3bito\u201d, diz Vitale.<\/p>\n\n\n\n<p>Os gases presentes nas caixas subterr\u00e2neas s\u00e3o os causadores dos acidentes que ficaram conhecidos como \u201cexplos\u00e3o de bueiros\u201d, observados nas \u00faltimas d\u00e9cadas em cidades brasileiras. Mas eles j\u00e1 foram identificados h\u00e1 tempos, antes mesmo da cria\u00e7\u00e3o da Telebr\u00e1s, nos anos 1970. \u201cNessa \u00e9poca, utilizavam um passarinho para detectar a presen\u00e7a de g\u00e1s nas caixas subterr\u00e2neas. Isso mesmo: com um barbante, desciam a gaiola do passarinho por alguns minutos. Se ele voltasse vivo, significava que n\u00e3o havia g\u00e1s\u201d, lembra o consultor.<\/p>\n\n\n\n<p>Dado o absurdo ecol\u00f3gico, essa t\u00e9cnica evoluiu depois para a detec\u00e7\u00e3o de g\u00e1s com ampolas, que eram dispostas no interior das caixas subterr\u00e2neas. Elas continham um l\u00edquido especial, envoltas em algod\u00e3o, e eram quebradas com um alicate para que o l\u00edquido especial umidificasse o algod\u00e3o que, por sua vez, reagia com a presen\u00e7a do g\u00e1s, ficando com colora\u00e7\u00e3o escura. \u201cSe fosse constatada a presen\u00e7a do g\u00e1s, fazia-se a retirada da \u00e1gua da caixa subterr\u00e2nea e a instala\u00e7\u00e3o de um exaustor para oxigenar o ambiente\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>Em algumas situa\u00e7\u00f5es, esses testes n\u00e3o eram necess\u00e1rios, pois os ratos davam o sinal verde para a opera\u00e7\u00e3o. \u201cOnde h\u00e1 rato n\u00e3o h\u00e1 g\u00e1s. Diferente das baratas, bastante presentes nas caixas subterr\u00e2neas e capazes de viver em qualquer condi\u00e7\u00e3o\u201d, pontua Vitale.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente e impulsionados pela s\u00e9rie de explos\u00f5es de caixas subterr\u00e2neas no Rio de Janeiro recentemente, os profissionais do setor contam com um equipamento espec\u00edfico, chamado&nbsp;<em>explos\u00edmetro<\/em>. Trata-se de dispositivo dotado de um \u00eambolo que capta amostra do ar existente no subterr\u00e2neo e aponta ou n\u00e3o a presen\u00e7a de g\u00e1s no ambiente confinado.<\/p>\n\n\n\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do especialista, o explos\u00edmetro ainda \u00e9 a t\u00e9cnica mais eficiente para a detec\u00e7\u00e3o de gases nocivos e ele deve ser aplicado em conjunto com todas as outras diretivas relatadas neste texto e presentes em detalhes nas normas regulamentadoras igualmente citadas. \u201cTrabalhamos para falar no futuro pr\u00f3ximo que a educa\u00e7\u00e3o operacional est\u00e1 salvando vidas sem nem mesmo sacrificarmos os passarinhos ou contarmos com a ajuda horripilante de ratos e ratazanas\u201d, conclui.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><\/strong><strong><em>(*) O InfraDigital \u00e9 um projeto comum de conte\u00fado do&nbsp;<\/em><\/strong><a href=\"http:\/\/www.infraroi.com.br\/\"><em>InfraROI<\/em><\/a><strong><em>&nbsp;e o do&nbsp;<\/em><\/strong><a href=\"http:\/\/www.ipnews.com.br\/\"><em>IPNews<\/em><\/a><strong><em>. Para informa\u00e7\u00f5es sobre o formato, consulte Jackeline Carvalho (jackeline@cinterativa.com.br), Nelson Val\u00eancio (nelson@canaris-com.com.br) ou Rodrigo Santos (rodrigo@canaris-com.com.br).<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Instala\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de redes de telecom \u00e9 cada vez mais letal Rodrigo Concei\u00e7\u00e3o Santos (InfraDigital*) \u2013 27.10.2020 &nbsp; Conhecimento e obedi\u00eancia \u00e0s principais normas regulamentadoras para seguran\u00e7a do trabalho podem salvar vidas e reduzir preju\u00edzos aos provedores de telecomunica\u00e7\u00f5es, mostra o consultor Marcius Vitale. As instala\u00e7\u00f5es e manuten\u00e7\u00f5es de redes de telecomunica\u00e7\u00f5es s\u00e3o cada &hellip; <\/p>\n<p><a class=\"more-link block-button\" href=\"http:\/\/marciusvitale.com.br\/?p=2872\">Continue lendo &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7,24,42,53,54],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/marciusvitale.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2872"}],"collection":[{"href":"http:\/\/marciusvitale.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/marciusvitale.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/marciusvitale.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/marciusvitale.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2872"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/marciusvitale.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2872\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2875,"href":"http:\/\/marciusvitale.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2872\/revisions\/2875"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/marciusvitale.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2872"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/marciusvitale.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2872"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/marciusvitale.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2872"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}